segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

Novinho do pau grosso


dando para o primo mais gostoso

putinha gemendo na rola

novinho do pau gostoso

3 amigos na cam


domingo, 25 de janeiro de 2015

o pau que da asas


Bem meladinho

ribamar matos


vergonhoso mostra o pau


Gatinha da tatuagem


primos mostrando a cabeça do pau

Heteros na mao amiga

sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

comendo na piscina


novinho exibindo


gatinho caiu na net






gatinhos dos grupos

Confessando que bateu punheta com um amigo

conta de uma punheta mais legal com seu amigo ou primo
conta logo tu
vc ja que fugir das reagras, eé sua vez
Foi assim nu dia em que eu fui para casa do meu amigo e sua mae, tinha saido para fazer as compras.
ai ai meu amigo falo e bora a assistir o vídeo porno
- ai bora disse eu 
ai ele botou o vídeo
ai eu tirei meu pau pra fora e comecei
e meu amigo também tirou o pau para para e começamos a tocar uma punheta gostosa ai eu gozei
tua ves
ei , foi assim, eu tava em casa com minha prima, e minha mae, foi na casa da vizinho, a gente pegou tablet, entramos no face e pegamos dois primos, de 13 e 14 que eles qtava mandando a gente foto pelado, ai agente bateu sirrica vendo a foto deles

quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

Como comecei a curti punheta com outro menino


Bom tipo assim 
Minha primeira punheta com outro menino, foi quando eu fui despertado para notar certas coisas
Desde os 12 anos que eu ficava com meninas 
Achava bom ficar beijando as meninas e meu pau que não que não era grande,mais fica duro,achava muito legal e exitante mesmo não sabendo direito o significado 
Mas quando o passar do tempo toda família tem aqueles hábitos de tomar banho e tal, e sempre, meu pai, meus tios, trocavam de roupa na minha frente. 
Desde então eu reparava no corpo deles, e eu me pegava olhando e não sei porque isso me causava um calafrio e ficava gelado e imaginando eles na minha frente ,mas até ai nada demais 
Durante a educação fisica os meninos tomando banho depois no vestiário trocando roupa, aquela zoação,os mais velhos falando que tocava punheta e eu ficava curioso para saber o que significava 
E por esse motivo eu vim a ficar curioso a buscar informação e comecei a procurar fotos na internet.
Sei lá foi curiosidade msm sabe. 
Depois de um tempo fui em um rio e chegando lá tinha um menino, entrei tomei banho com ele, até que uma hora ele pegou na minha mão
Acariciou e depois colocou no pau dele, depois ele colocou a mão no meu e trocamos punheta
Só foi ele tbm, mas eu agr cv com gente no face pq eu gosto de ver homens pelados sabe

terça-feira, 13 de janeiro de 2015

Colega de trabalho


O que vou relatar aconteceu comigo há alguns meses. Já escrevi outros contos para o Mix. Vou me reapresentar: sou branco, casado, tenho 48 anos, 1,65m, 67kg, olhos castanhos, cabelos grisalhos, braços e pernas peludos, uso bigode e tenho um pau de 18cm.
Este rapaz de 37 anos que trabalha comigo (sou médico e ele enfermeiro), é branco, mais ou menos 1,72m, 68kg, corpo peludo, usa barba e bigode e tem um pau de 17cm (muito gostoso).
Ele sempre olhou para mim com interesse, mas eu nunca notei, até que em um final de semana ele apareceu em minha casa. Moro no litoral, em Santos e fomos correr na praia. Ele teceu inúmeros elogios ao meu corpo e disse ser massagista e se eu não gostaria de fazer uma massagem completa. Aceitei no ato, pois sou louco por uma massagem e combinei de ir até sua casa em São Paulo, pois ele mora só.
Na segunda-feira seguinte, após sair do trabalho, lá estava eu pronto para a massagem. Ele mandou-me entrar, tirar a roupa, ficar só de cuecas e deitar-me de bruços na cama. Ele estava vestido com uma bermuda e camiseta. Começou a passar óleo e massagear minhas costas, braços, pernas e coxas.
De repente, suas mãos deslizaram para minha bunda por cima da cueca e como eu não pus resistência, ele retirou minha cueca e começou a massagear minha bunda e, em especial, meu cuzinho, que a esta altura já piscava de tesão.
Mandou-me ficar de frente e, vendo meu pau duro, não perdeu tempo e caiu de boca, me levando ao paraíso de tanto prazer. Confessou-me que sempre sonhara com este momento, desde o primeiro dia que me conheceu. Eu não pensava em mais nada e dizia para ele continuar me chupando, até que gozei em sua boca e ele engoliu tudo.
Depois de descansarmos um pouco, ele me beijou e foi correspondido prontamente. Como ele encontrava-se muito excitado, pediu para me comer. Não me fiz de rogado e me entreguei totalmente àquele homem que me deixava louco de tesão. Ele ficou deitado de costas, com o pau duro apontado para cima, devidamente encapado por uma camisinha e bem lubrificado.
Eu, após lubrificar meu cuzinho com bastante gel, sentei-me sobre ele, direcionando seu pau para meu cu, que o engoliu lentamente até o talo. Doeu muito no início, mas, quando estava com seu pau totalmente enterrado em meu cu, senti um prazer indescritível.
Ele iniciou com movimentos de vai-vem cadenciados e depois me virou de frente e me penetrou na posição de frango assado. Após algum tempo metendo, gozamos intensamente os dois juntos.
Descansamos e depois ele me pediu para lhe penetrar. Ele disse que, como seria a primeira vez para ele, gostaria de sentar no meu pau para controlar a penetração. Deitei-me de costas na cama, com o pau duro apontado para cima, já devidamente encapado com uma camisinha. Ele passou bastante gel em meu pau e em seu cuzinho e foi sentando lentamente.
Quando o pau passou pelo seu anel e a cabeça entrou, ele soltou um grito de dor, mas não parou e eu fui introduzindo com carinho. Ele disse que não estava mais sentindo dor, só prazer e pediu para eu enfiar tudo até o talo. Não fiz de rogado e terminei a penetração. Coloquei-o na posição de frango assado e lhe penetrei novamente com carinho, levando-o ao paraíso. Ele delirava de prazer e dizia:
- Me come. Mete esse pau gostoso no fundo de meu cu. Arrebente todas as minhas pregas. Faz-me de tua mulher. Gostooooso. Eu te amo.
Fiquei bombeando por alguns minutos e lhe beijando a boca com muito tesão, até que gozamos juntos. Eu dentro dele (na camisinha) e ele em sua barriga.
Tomamos um banho junto e voltei para o meu litoral, muito feliz e realizado. Até hoje nos encontramos ocasionalmente. Não temos nenhum envolvimento emocional, só de prazer. Se você que estiver lendo este conto, for casado, tiver entre 25 e 45 anos, e quiser uma transa legal como esta, sem nenhum envolvimento emocional ou financeiro, com muito sigilo e segurança, me escreva.

Depois de uma transa hetero


Sempre fui machão e nunca tinha pensado em transar com outro homem.
Eu estava com 26 anos e curtia bem as garotas. Eu tinha um primo que tambem era bem safado e sempre saíamos juntos para pegar a mulherada.
Estavamos em uma balada, quando encontramos com uma menina muito safada que todo mundo comentava que era muito galinha. Como não tinhamos conseguido nada, fomos falar com ela. Ela logo estava dando mole pra gente. Mas o que mais me surpreendeu foi ela sugerir que saíssemos nos 3 juntos. Realmente era muito safada. Topamos de cara, claro, todo homem tem tara por uma transa meio que suruba.
Fomos para meu apartamento e logo a putazinha tava sendo fodida pelo meu primo enquanto eu enrabava aquele cuzinho.
Aquilo me dava um tesão danado, mas algo aconteceu que me surpreendeu me dar tanto tesão. A menina me colocou de frente com meu primo que estava deitado na cama e juntou nossos paus e começou a chupar os dois juntos. Ela tinha muita prática naquilo, pois conseguia engolir os dois ao mesmo tempo.
Aquilo me deu um tesão enorme, não por a boca dela pressionar muito as nossas picas para que coubessem na boca dela, mas o que me dava uma tesão que eu não aguentava era sentir o pau do meu primo ali grudadinho ao meu. Podia sentir aquele membro pulsar ao longo do meu pau.
E meu primo sentiu o mesmo. A menina não percebeu mas enquanto ela nos chupava desse jeito nós dois nos olhávamos e no nosso olhar dava para perceber o tesão que sentíamos em estamos ali como nossos paus colados.
Do jeito que estávamos nossos paus e sacos se encostavam, me dando arrepios de prazer, tanto que eu não aguentei e gozei na boca daquela putinha, logo sendo seguido por meu primo. A nenina continuou chupando-nos daquele jeito lambendo toda nossa porra e deixando nossos paus limpos.
Ficamos um tempo deitados na cama, e meu primo e a putinha se vestiram e foram embora, meu primo foi levá-la em casa.
Bem os dias passaram normais, mas algo tinha mudado em mim, cara eu não podia ver meu primo que me dava um tesão tremendo. Eu ficava louco para sentir o pau dele no meu novamente.
Aquilo me pertubava, parecia que eu tinha virado gay, estava com tesão em outro homem.
Passaram-se umas duas semanas, quando meu primo veio ao meu apartamento, devolver uns filmes que tinha me emprestado a um bom tempo e que eu nem me lembrava que estava com ele.
Não sabia se era coisa da minha cabeça, mas tinha algo de diferente no ar, eu juraria que ele também estava tesudo em mim. Mas disfarcei, não ia dar bandeira, para que ele saísse dizendo que eu era viado.
No meio dos vídeos tinha um porno que eu gostava bastante. Daí eu comentei:
– Puts, fazia tempo que eu queria ver esse filme de novo, ele é fera!
Meu primo confirmou:
– É cara, ele é foda.
Sem nem pensar pus a fita no vídeo e comecei a assistir, nem perguntei se meu primo iria embora ou se assistiria comigo, mas ele ficou.
Em pouco tempo, estavamos de pau duro, no maior tesão, as nossas calças pareciam que iam estourar. Eu não aguentei falei que ia bater uma ali mesmo, pus meu pau pra fora e comecei o serviço. Meu primo não se fez de rogado e também fez o mesmo. Logo estávamos os dois pelados sentados cada um em um sofá, mandando ver na punheta.
Foi quando me peguei olhando fixamente pro pau dele, mas percebi que ele fazia o mesmo comigo, não tivava os olhos do meu pau.
Nossos olhos se cruzaram, o tesão estava estampado. Só ouviamos os gemidos da fita que aida rolava.
fou quando o Ricardo falou:
– Quero bater uma com meu pau roçando o seu!!!
Em qualquer outro momento eu teria no mínimo expulsado meu primo do meu apartameno, mas naquelas circunstâncias, eu apenas me deitei de costas no sofá e abri bem as pernas. O Ricardo veio por cima de mim e colou nossas rolas. Que delícia, ficamos ali uns dez minutous naquela briga de espadas, eu sentia como se tivesse uma putinha cavalgando em mim, e ele como se tivesse fodendo uma putinha de franguinho.
Nosso tesão só aumentava, até que eu ergui minha cabeça em direção do Ricardo e ele prontamente veio em minha direção e nós dois nos beijamos ardentemente.
O Ricardo então, levantou minhas pernas, arreganhando e empinando minha bundinha, me deixando literalmente na posição de frango assado.
Na hora pensei em dar uma porrada nele e acabar com aquilo, pois eu não era viado, mas o tesão falou mais alto.
Só senti o pau dele que escorregou pelo meu, passou por meu saco e seguiu caminho até se posicionar na porta do meu reguinho.
Meu primo olhou nos meus olhos e forçou a entrada, aquilo doeu demais, mas me deu um tesão incrível que eu quase gozei na hora. Eu só relaxei e deixei aquele macho me foder com toda força.
Eu não acreditave que tava sendo fodido por um pau de 17 cm e tava adorando. Me senti uma putinha, mas estava adorando.
O Ricardo fazia questão de meter tudo e tirar novamente até ficar só a pontinha da cabeça e de novo meter tudo sem dó. A cada estocada eu sentia uma dor que percorria todo meu corpo mas que me fazia tremer de tesão.
Então ele deu uma estocada forte e soltou um urro e começou a estremecer. Eu sabia, ele tava gozando e me inundando com sua porra. Eu sentia seu pau totalmente atolado em mim pulsando.
Ele ficou ali uns dois minutos parado, gemendo e se recompondo.
Foi quando, sem eu pedir ou ele falar nada, ele saiu de dentro de mim, abaixou minhas pernas se posicionou e foi descendo devagar em minha rola.
Cara nunca tinha fodido um cuzinho, e aquele era maravilhoso, apertadinho que até fazia meu pau doer enquanto entrava.
Meu primo parou quando entrou a cabeça, vi pelo sua careta que tava doendo muito. Então eu segurei em sua cintura e puxeio-o para baixo, fazendo meu pau entrar de uma vez até o saco. Segurei firme em sua cintura não permitindo que ele tentasse sair, ele se contocia e rebolava. Sentia bastante dor, mas percebi que sentia tesão pois seu pau já estava duro como pedra novamente.
Aos poucos ele foi relaxando e ele mesmo começou a cavalgar na minha pica, enquanto se punhetava frenéticamente.
Eu não aguentei mais e esporrei naquele cuzinho, enchendo- o de porra, meu primo continuou a rebolar e se punhetar até que esporrou em meu peito e barriga.
Ele ficou ainda uns instantes ali em cima de mim, depois depressa se levantou pos sua roupa e saiu sem falar nada, mas como eu, completamente saciado.

Encontrando o certo ou errado


DEZEMBRO/2009, desde Fevereiro que eu não tenho contato com uma pika de outro homem, em fevereiro eu sai com um cara, homem casado de 40 anos, com filhos, um cara normal como eu, que sente tesão em chupar uma pika.
Foi minha primeira experiência bi-sexual na fase adulta, quando eu era adolescente tive muitas como voces podem ler em meu conto anterior onde relato detalhes da adolescencia. Bom em fevereiro eu fui ao motel com esse cara depois de ter ficado aproximadamente um mês teclando no MSN com ele e conhece-lo bem(virtualmente falando). Rolou um sexo oral gostoso entre nós dois, ele me chupou deliciosamente e bebeu minha porra toda, e eu mamei a rola dele com o tesão de anos acumulado por pika. Mas não tive mais nenhum contato com ele, porque ele é realmente gay, afeminado em tudo, gestos, modo de falar e se comportar e quer um namorado... eu por outro lado gosto de pika, não gosto de homem e sou bem mais HETERO do que HOMO. Não rolou mais nada com ele, motel, chupeta, e ficou nisso.
Mas meu tesão por uma pika dura continua latente e desde aquela experiencia só fez aumentar o que me levou a procurar nos sites de bate-papo homens como eu, com meu perfil, casados, com filhos, que gostem de pika, mas não sejam afeminados(gays enrustidos), pra curtir um sexo oral delicioso, pra extravasar o tesão sem culpa ou medo nem compromisso.
Enfim depois de quase 10 meses teclando e selecionando homens pra não ter decepção(entrar em fria) encontrei um cara no qual senti firmeza... Casado, 30 anos, sem filhos, bom nível cultural/social/economico, com o qual me identifiquei e rolou uma quimica no MSN. Abrimos as Web-cams, nos conhecemos virtualmente, mostramos nossos dotes, o meu uma pika de 17cm não chega a ser fina, mas está longe de ser uma pika grossona... o dele uma pika de 18cm, grossona, afinando na cabeça, não é daquelas cabeçudas. Ambos gostamos um do outro e em menos de uma semana teclando marcamos encontro. Ele estaria sozinho em casa em uma tarde de quinta-feira, e eu estava com pouco trabalho na empresa, poderia ir até a casa dele tranquilamente.
Na quinta-feira a tarde, 17:00hs. fui ao encontro dele, peguei meu carro e o encontrei num ponto próximo a casa dele, segui o carro dele até em frente sua casa. Lá chegando, estacionamos os carros e nos cumprimentamos, ele é um cara alto, 1,80m. moreno(de pele), um cara bonito digamos. Entramos na sua residencia, trocamos meia-duzia de conversas, eu estava nervoso com a situação ele parecia estar tambem, mas fomos logo ao que interessava. Entramos na sala de televisão onde havia um sofá em L bem aconchegante, largo e macio. fomos logo nos despindo e pegando um na pika do outro.
Ele estava com o pau super-duro e eu devido ao nervosismo da situação estava com meu pau a meia-bomba. Fui logo pegando a pika dele e punhetando então pude constatar o quanto é grossa a rola do cara... a minha não é fina, mas a dele seguramente dá quase duas da minha na grossura, uma delicia. Estávamos os dois em pé e fui logo ajoelhando em frente dele e chupando aquela maravilha de pika.
Chupei com força sugando e lambendo aquela delicia, punhetei, apertei.. então levantei em pé em sua frente e fui empurrando ele de costas fazendo ele cair sentado no sofá e fui ajoelhando entre suas pernas de novo, sempre punhetando aquela pikona e já caí de boca de novo.
Que tesão a pika dele, muito grossa mesmo enchia minha boca, ele forçava com a mão minha cabeça pra engolir aquela tora, mas eu segurava engolindo só metade, era muito grossa eu tinha certeza que ia engasgar se engolisse mais... chupei, lambi, esfreguei a cara na pika e no saco dele, lambi por baixo do saco(e que saco o cara tem proporcional a pika) chupei que nem uma vagabunda chupa pika de macho... huuummmmm... que tesão cara.
Meu pau que no início tava meia-bomba agora tava duro que nem pedra, babando de tesão, então levantei em pé na frente dele e dei meu pau pra ele mamar, o cara não se fez de rogado, meteu a boca e foi logo engolindo quase inteiro... hummm que delicia aquela boca quente mamando meu caralho com força, eu acariciava os cabelos dele e ficava falando putaria pra ele:
- CHUPA TEU MACHO, CHUPA QUE TÁ DELICIA CARA... MAMA MEU CARALHO DURÃO, SENTE ELE PULSAR NA TUA BOCA... ISSSSSSSSSS... ENGOLE TODO AGORA, DEIXA ELE TODO BABADO
Ele me chupou assim por um tempo e aí ele se esparramou no sofa assim no canto onde faz a curva e me chamou:
- VAMOS BRINCAR UM POUCO AGORA, VEM SENTA AQUI NO MEU COLO... e apontou pra mim aquela pikona grossa toda babada.
Eu sentei no colo dele de frente pra ele, segurei as duas pikas juntas, uma junto com a outra encostando como se fosse uma só, aí constatei que o pau dele é realmente muito, mas muito grosso em relação ao meu principalmente. E fui punhetando as duas pikas juntas, cuspia na cabeça delas e punhetava, ele se retorcia e me segurava pelas nádegas, eu com as pernas abertas por fora das pernas dele... Virou a maior babeira, eu cuspi um monte nas pikas que deslizavam uma na outra, sentia um tesão de loko. Então ele mandou parar pra não gozar rápido e me ergueu pela bunda, me puxando pra frente sentado sobre a barriga dele, fazendo a pika dele encaixar no rego da minha bunda e ficou roçando o pau dele no rego da minha bunda, NUUUUUSSSSSAAAAAA, que coisa louka, ele beijava e lambia o meu peito e punhetava o meu pau que roçava a barriga dele. E ficava esfregando o pau no rego da minha bunda, comecei a levantar e baixar a bunda, fazendo a cabeça do pau dele ir até o meu saco e voltar passando pelo cú até o começo da espinha, simulando uma cavalgada na pika dele.
Te juro que quase me deu vontade de dar o cu....kakaka... deu uma coceirinha... ficamos um pouco assim e aí levantei em pé no sofá. Com uma perna de cada lado do corpo dele e meti o meu pau na boca dele, coloquei minhas maos na parede inclinando meu corpo pra frente e soquei o pau na boca dele... o cara chupa muito gostoso... quando eu tirava o pau da boca dele ele falava:
- SOCA ESSA PIKA NA BOCA DO TEU MACHO... FODE MINHA BOCA SEU VIADO
E eu metia a vara na boca dele... fiquei socando até meu gozo se aproximar... aí voltei a mamar a pika dele, eu ajoelhado no chao e ele sentado... ele falou que ia gozar e eu parei de chupar e punhetei.
Ele gozou logo... espirrou uns 2 jatos alto na barriga dele, e eu tava hipnotizado com o rosto pertinho daquela pikona grossa punhetando e a porra começou a só escorrer da cabeçona, lambuzando tudo uma delicia... aí olhei pra cara dele e falei:
- AGORA VOU LIMPAR... e meti a boca na pika dele e chupei
Dei duas chupadas com força naquela pika toda melada de porra e o filho da puta largou um jato de porra na minha boca... nao tinha saido tudo ainda...rsss
A porra dele é salgada... eu tinha nojo que gozem na minha boca... nunca deixei, mas confesso que foi excitante, bebi
aquela porra salgada e fiquei punhetando mais um pouco e quando vi que nao ia sair mais nada de porra, eu cai de boca de novo e chupei bastante... até que a pika dele ficou assim meia-bomba, é gostoso uma rolona grossa na boca assim meia-bomba, nao me lembrava mais como era, só tinha chupado uma pika grossa assim quando tinhaanos
Então fiquei em pé no sofa de novo e ele mamou meu pau de novo... só pediu pra nao gozar na boca dele, aí quando fui gozar tirei da boca dele punhetei e gozei na cara dele... ele fechou os olhos e mandou gozar:
- GOZA CARA, GOZA GOSTOSO, PODE GOZAR ONDE QUISER, SÓ NÃO SUJA O SOFÁ DE PORRA
Enchi a cara dele de porra e respingou na peito dele e no sofá tambem...rsss... ele disse que limpava depois.
Então meus amigos foi assim que aconteceu, acho que encontrei o cara certo pra curtir umas putarias, tomamos banho juntos, conversamos, ma não marcamos outro dia, ele tambem curtiu e quer de novo, quando tiver oportunidade vai rolar de novo... Ele curte beijar na boca tambem, mas eu sinceramente nao penso em beijar homem, apesar de que em certos momentos a gente se abraçava e se esfregava, e deu até um tesao de beijar o cara, confesso que várias vezes me deu vontade de beijar,.... até dei uns chupao no pescoco dele e lambi o peito do cara e tudo.
Ele veio pra me beijar na boca varias vezes, mas sentiu que eu não retribui e ficamos em beijinho no pescoco e no peito e esfregação, eu não curto a idéia de beijar homem na boca, mas te juro que dá vontade na hora... é que nem dar o cú.. eu nunca dei e nao tenho tesão em dar o cú... mas na hora que o tesão sobe na cabeça... com aquela pika grossa e dura esfregando no rego da bunda eu fiquei meio loko... me passou pela cabeça a possibilidade de dar, deu vontade, deu coceira te juro. Ele me disse que já deu o cú, mas assim como eu não curte dar, se o tesão mandar ele se solta e dá, mas nao curte dar. Com o cara de fevereiro nao curti muito porque ele era afeminadao, apesar de casado e tudo mas com esse cara dá vontade de pedir bis e com certeza vai rolar.

Punhetas no sabado


Primeiro as apresentações, sou homem casado a 15 anos, tenho dois filhos, 37 anos de idade, loiro, 1.72m, 80kg, olhos verdes. Me considero bi-sexual mais por meus desejos que por meus atos, escrevi esse conto para relatar experiencias sexuais de minha adolescencia.
Quando eu tinha 15-16 anos tinha 2 amigos meus de escola, que eram amigos do peito mesmo, andavamos sempre juntos
e todo sábado um deles vinha dormir lá em casa... minha cama era de casal e a gente dormia junto na mesma cama, coisa de muleque sabe...
aí ficava vendo revista pornô e batendo punheta junto a noite toda... era de acabar a porra do saco, ficava medindo o pau pra ver o maior o mais grosso, apostava pra ver quem gozava mais porra, quem demorava mais pra gozar, aquelas putarias de muleque do sítio... rssss
sempre um pegava no pau do outro pra medir, eu dizia que era pra naum mentir no tamanho(era só desculpa pra pegar no pau do outro)
toda noite de sábado era isso, quando naum era na minha casa era na casa de um deles, mas quase sempre lá em casa, meus pais naum ligavam de os cara virem lá em casa e nem da bagunça que a gente aprontava, e ficavamos a vontade pra tocar nossas punhetas pela noite afora
depois de alguns meses nessa putaria, uma noite eu resolvi apimentar a coisa
o meu amigo que tava lá em casa na minha cama tinha uma pica deliciosa, minha pica tem 17cm, mas naum é grossona é assim normal, e a pica desse meu amigo tinha só 14cm, mas tinha o dobro da grossura da minha, uma coisa de louco, muito grossa mesmo...
eu tinha o maior tesão na pica do cara, aquela picona grossa cabeçuda, sempre tive tesão e inveja da grossura da pika dele
sabado a noite, entaum a gente tava lá na punheta na minha cama, todo mundo dormindo... eu olhei bem pra pica dele e falei:
- cara que tal eu bater punheta pra voce e voce pra mim???
ele falou:
- só se voce bater pra mim primeiro!
eu nem pensei, cuspi na minha mão, esfreguei ma cabeça do pau dele, peguei com força no pau dele e fui punhetando...
punhetei um pouco e falei pra ele, pega na minha e bate... ele pegou e tocamos uma punheta tesuda um no outro...
punhetamos até jorrar porra, fomos controlando e segurando pros dois gozarmos junto... maior tesão
nossos paus nem chegaram a amolecer de tanto tesão(15-16 anos), nossas mãos ficaram pura porra do pau do outro...rsss
a respiração voltou ao normal e eu falei pra ele:
- vamos fazer uma aposta? topa?
- que aposta?
- eu bato pra voce e voce bate pra mim... quem gozar primeiro perde a aposta!
- e qual o pagamento da aposta?
eu falei:
- o cú... quem perder dá o cú pro outro...rssss
ele caiu fora, naum quis nem saber de dar o cú ...rssss
tentei um pouco e desisti da idéia do cú, mas mantive a aposta, só mudei o premio..
- entaum quem perder chupa o pau do outro? topa assim?
ele resistiu, naum queria, mas eu comecei mostrar na revista as mulher chupando, insisti, falei que morria ali, só a gente saberia disso, até que ele topou meio a contragosto...
começamos a nos punhetar eu batia punheta no pau dele e ele no meu, cada um mais forte, mais rápido pra fazer o outro gozar
até que ele não aguentou mais e gozou primeiro, gozou urrando com muito tesão esguichando porra na minha mão e na barriga e pernas dele...
Mas aí então ele naum quis chupar meu pau pra pagar a aposta
falou que não, que não, que não chupava, eu insistindo cobrando a aposta, por fim falei:
- eu chupo o teu tambem.. ele falou entaum:
- chupa primeiro?
olhei praquela picona grossa, meio-mole meio-dura, toda melada de porra ainda e nem respondi, me abaixei, peguei a pika e meti a boca nela que já ficou totalmente dura na hora...
chupei, lambi, babei, quase engasgando, sem jeito e fui chupando e punhetando ele até que ele começou se retorcer, quase gozando, então parei.. e falei pra ele:
- chupa o meu agora!
não tinha mais desculpa, ele caiu de boca e fez o mesmo que eu, meio sem jeito mamou gostoso meu pau, e fomos assim revezando, chupava um pouco o pau dele, parava ele me chupava, ia trocando...
como eu naum tinha gozado na punheta ainda, logo eu gozei na boca dele, o primeiro jato foi todo na boca dele, aí ele tirou o meu pau da boca e os outros jatos de porra deram na cara dele e no pescoço...rssss
o cara ficou bravo, cuspiu minha porra(o que ele nao engoliu rsss), quis brigar comigo...
aí falei pra ele relaxar que eu ia chupar ele ate gozar tambem, fui pegando o pau dele e fui lambendo, ele se acalmou, eu meti a pika logo toda na boca e fui chupando...
chupei, lambi, babei, do melhor jeito que pude, até que ele começou se retorcer todo, quase gozando...
parei de mamar e punhetei com força olhando na cara dele, foi o suficiente pra ele esporrar no meu pescoço e no meu peito...
quando parou de gozar meti a boca na pika dele e lambi e chupei toda a porra do pau gozado dele... limpei tudinho, bebi aquela porra que ficou no pau dele melando tudo, deixei limpo
aí daquele dia em diante nossa punhetas ficaram gostosas pra caralho, a gente se chupava todo sábado a noite
quanto ao outro amigo usamos a mesma estratégia pra colocar ele no esquema, só que fizemos a 3 a iniciação dele
foi uma das poucas vezes que rolou a 3, mas foi muito gostoso, muito tesudo mesmo 3 muleques se punhetando e se chupando
ficamos alguns meses nessa do clube da punheta, depois começamos a pegar mulheres e o lance das punhetas/chupetas, foi esfriando, foi ficando raro virem dormir lá em casa nos sabados
viramos homem e deixamos a viadagem de lado...rssss
depois de 20 anos eu senti tesão de pika de novo... deu vontade de exercitar esse lado bi-sex com outro homem, mas como naum acho ninguem com o perfil certo tenho pego umas travekinhas por aí pra dar uma chupada e ter um macho(quase...rssss) mamando minha vara...

Flagrei meu cunhadinho se masturbando


Meu nome é Ângela, sou morena clara, olhos verdes, 1,65m, 28anos, 58 kg muito bem distribuídos. Só quem é mulher sabe o quanto é difícil manter um corpo quase perfeito, porque, perfeito é impossível não é mesmo? São horas e horas de muito sofrimento em academias e de longas caminhadas, sem contar os regimes e outros truques para disfarçar novos defeitos que o tempo impiedosamente nos ?presenteia?.
Casei muito jovem com Carlos mesmo contra a vontade dos meus pais. Estava começando meu curso de medicina. A construtora como de praxe não cumpriu o prazo de entrega do nosso apartamento, e por insistência da minha sogra fomos morar com ela até o término da obra, sabe como é mãe, não quer ficar longe das suas crias de jeito nenhum.
Confesso que fiquei meio receosa no início, mas aos poucos percebi que dona Anna era uma pessoa maravilhosa. Morávamos na casa Eu, Carlos meu marido, Dinho meu cunhadinho adolescente e minha sogra, já que meu sogro era falecido.
Meu marido e minha sogra saíam cedo pro trabalho e só voltavam à noite. Carlos trabalhava em uma multinacional e minha sogra na época tinha uma loja de artigos femininos em um shopping na cidade.
Dinho e eu estudávamos à tarde, então ficávamos nós dois na casa no período da manhã, salvo duas vezes por semana que vinha uma diarista para fazer a limpeza mais pesada da casa.
Dinho ao contrário do meu marido que era e continua sendo um gato até hoje, na época era um garoto magro, meio franzino, com o rosto cheio de espinhas, super tímido. Dinho era o patinho feio da família, mas era um amor de menino, sempre disposto a me ajudar em tudo que precisava, aliás, naquela casa eu era tratada por todos como uma princesa.
Com o tempo fui percebendo que quando usava minissaia, ou uma camiseta mais cavada onde mostrava parte dos meus seios, ou até mesmo um short de lycra que ressaltava o relevo da minha bucetinha, Dinho sempre ficava me observando pelos cantos da casa.
Cansei de vê-lo tentando esconder o volume que formava sobre sua bermuda e depois disfarçadamente corria pro banheiro se aliviar numa punheta, coisa de meninos, confesso que me divertia com aquilo, e até gostava de ser sua musa inspiradora.
Certo dia estava com uma minissaia bem curtinha e uma camisetinha regata um pouco folgada que peguei do meu marido, notei que meu cunhadinho da sala me cuidava disfarçadamente. Então para dar vazão as suas fantasias, fui até um canto da cozinha, enrolei minha calcinha e enterrei no meu reguinho deixando minha bundinha totalmente livre e parte da minha bucetinha, pois a calcinha entrou no meio separando-a em duas partes. Fingi não percebê-lo, me abaixei na pia da cozinha fazendo de conta que estava arrumando as panelas e empinei minha bundinha o máximo que pude para facilitar sua visão, fiquei um tempo naquela posição imaginando a cara do meu cunhadinho me vendo daquele jeito. Após algum tempo, me levantei sem olhar pra trás, dei alguns segundos para meu cunhadinho se recuperar e voltei pra sala. Meu cunhadinho estava pálido com as mãos sobre o pau tentando esconder sua ereção ainda não acreditando no que tinha visto, e para provocá-lo ainda mais, me ajoelhei na sua frente fingindo procurar umas revistas na mesa de centro e meus seios ficaram totalmente expostos ao seu olhar. Peguei uma revista e sentei no sofá fingindo que estava concentrada na leitura, mas só observando sua reação, não deu outra, meu cunhadinho disfarçadamente correu para a lavanderia que ficava numa edícula nos fundos da casa, dei um tempo, e sem fazer barulho fui expiar o que meu cunhadinho estava fazendo.
Dinho pensando que eu estava na sala lendo, se descuidou um pouco e pude ver ele de costa se masturbando.
Fiquei num canto da janela, mas de onde eu estava só dava pra ver seus movimentos, não sei por que, mas estava louca de curiosidade para ver seu pauzinho, a qual não foi minha surpresa quando ele se virou de lado e pude ver que de pauzinho não tinha nada, pois era bem maior e mais grosso que o do meu marido que media 16 cm.
Dinho se masturbava cheirando uma de minhas calcinhas que estava para lavar, derrepente Dinho se encolheu e vi várias golfadas de porra saindo do seu pênis enorme, confesso que não pensava que um menino raquítico como ele pudesse ter uma ferramenta tão grande. A partir deste dia, sempre que estava transando com meu marido pensava no pau do meu cunhadinho e gozava como louca.
Sabendo que meu cunhadinho se acabava na punheta cheirando minhas calcinhas, resolvi provocá-lo ainda mais, e toda vez que ia tomar meu banho, antes, me masturbava e deixava minhas calcinhas bem molhadinhas pro meu cunhadinho cheirar e me homenagear.
Estava louca de vontade de dar pro meu cunhadinho, mas isso não passava de uma fantasia, pois naquela época, nunca teria coragem de trair meu marido, e também não sabia qual seria a reação do menino se me oferecesse pra ele, portanto desisti desta idéia, mas sempre que fazia uma chupeta pro meu marido imaginava o pau do Dinho na minha boca.
Com o tempo, fomos pegando intimidade e meu cunhadinho foi se soltando cada vez mais. Agora quando ia recolher as roupas para lavar, percebia que minhas calcinhas estavam meladas de porra no meio, o danadinho gozava e se limpava nelas.
Certo dia quando entrei no banheiro, peguei no flagra meu cunhadinho se masturbando e cheirando uma das minhas calcinhas. Fingi estar indignada com aquilo e disse aos gritos.
– O que é isso Dinho? – Imagine se seu irmão saiba o que você anda fazendo? – Pensa que não percebi minhas calcinhas todas gozadas quando vou lavá-las? ? O que sua mãe vai fazer com você quando contar a ela suas peripécias?
O pau do meu cunhadinho murchou na hora com o susto, notei que mesmo mole continuava grande.
Meu cunhadinho trêmulo de cabeça abaixo, só balbuciava umas desculpas quase chorando de vergonha, pedindo pelo amor de Deus para que não contasse pra sua mãe e seu irmão.
Acho que fui muito convincente na minha encenação, e pra acabar de vez com meu cunhadinho, fingi estar inconformada e chorando entrei no meu quarto batendo a porta com força.
Dentro do meu quarto eu ria por dentro lembrando a cara do cunhadinho na hora do flagra.
Deitei na minha cama afastei minha calcinha pro lado e comecei a me masturbar pensando na cena que tinha presenciado a pouco e gozei bem gostoso.
Não demorou meu cunhadinho bateu na porta pedindo pra conversar comigo.
Esfreguei as mãos nos meus olhos, fui até o espelho e vi que estavam bem vermelhos, abri a porta com uma cara de quem tinha chorado muito e disse: – O que você quer de mim?
– Como você acha que estou sentindo vendo você se masturbar cheirando minhas calcinhas?
È sobre isto que quero falar com você! Disse. ? Me desculpe isto não vai mais acontecer, juro por Deus, por favor, não conte pro Carlos e nem pra mãe, eles vão me matar.
Nesta hora percebi o quanto meu cunhadinho estava perturbado, então resolvi amenizar a situação, mas mantendo ele em minhas mãos.
Perguntei a ele: – Não é melhor você transar com sua namoradinha em vez de ficar se masturbando cheirando minhas calcinhas?
– Eu nunca tive uma namorada, e mesmo que tivesse, seria muito difícil pra mim devido meu medo de não conseguir fazer direito, disse meu cunhadinho.
– Então quer dizer que você ainda é virgem? Disse aparentando surpresa. – Você não vai rir de mim, vai? ? Claro que não disse.
– Eu nunca tive com uma mulher, não tenho muita sorte com as meninas, o que sei sobre sexo é o que vejo em revista e filmes pornôs, então quando você veio morar conosco, ao ver suas calcinhas no cesto de roupas sujas não resisti e comecei a bater punheta cheirando elas.
– Você pensa em mim quando está se masturbando? Perguntei.
Gaguejando meu cunhadinho disse que pensava sim, e pediu novamente pelo amor de Deus para não contar pro seu irmão. Me fez jurar que não contaria.
Para ganhar novamente a confiança do meu cunhadinho disse:
– Dinho, a partir de hoje esse vai ser nosso segredo, e se continuar bonzinho comigo, prometo que vou te ajudar a perder o medo de mulher, você só precisa ser confiante, pois material você tem de sobra, portanto, agora quero que continue o que estava fazendo quando entrei no banheiro.
Meu cunhadinho vermelho de vergonha disse: – Agora? – Na sua frente?
– Claro disse! ? Não precisa ter vergonha de mim tá bom? Vai ser nosso segredo lembra?
Como meu cunhadinho estava travado de medo, disse: – Vou te ajudar, mais você não pode me tocar tá bom?
Meu cunhadinho ficou sentado no pé da cama, subi até a cabeceira, sentei-me e abri minhas pernas ficando totalmente exposta ao olhar hipnotizado do Dinho que imaginava o que teria por baixo da minha calcinha. Ele fez uma cara de espanto quando a puxei de lado e pela primeira vez na vida ele via uma bucetinha tão de perto.
Seu pau estava enorme dentro da bermuda, então pedi pra ele tirar pra fora e me acompanhar numa masturbação.
Dinho abaixou a bermuda liberando aquele cacete de dar inveja a muitos homens formados.
Meio tímido ele começou alisando seu pau, enquanto eu gozava com meus dedos atolados na minha bucetinha ao mesmo tempo em que via meu cunhadinho timidamente com aquele pau enorme se masturbando na minha frente.
Quando gozei, retirei minha calcinha lentamente e enfiei parte dela na minha raxinha toda molhada, quando umedeceu, a tirei bem devagar e joguei pro meu cunhadinho que agarrou como um desesperado esfregando no nariz sentindo meu cheiro, e em poucos segundos, lavou minha cama de porra. Para sentir seu gosto, molhei os dedos na sua porra e levei a boca chupando até ficar limpinhos.
Dinho mesmo tendo gozado continuava com o pau duríssimo apontando pra mim e me pediu:
– Me deixa por meu pau pelo menos um pouquinho na sua bucetinha?
– Não Dinho, você não pode por seu pau na minha bucetinha, seria uma traição com seu irmão, e além do mais, estamos sem preservativos, imagina se eu fico grávida?
– Me deixa por na sua bundinha então!
– Você está louco seu safadinho? Disse sorrindo.
– Não agüento com o pau do seu irmão que é menor e mais fino, imagina agüentar essa tora no meu cuzinho? ? E o que vou dizer pro seu irmão quando ele perceber que meu cu está todo arrombado?
– Se controle seu malandrinho tá bom?
Confesso que tive vontade de dar minha bundinha pro meu cunhadinho, mas era uma missão impossível, pois todas as tentativas do seu irmão em comer meu cuzinho acabavam em desistência, pois sentia muita dor.
Dinho continuava alisando seu pau com um olhar pidão na minha bucetinha, pois eu continuava sentada com as pernas escancarada na sua frente.
Deu-me uma peninha dele, então resolvi ceder um pouco já que tinha chegado até ali.
– Dinho você quer tocar na minha bucetinha? Perguntei.
– Claro que sim, disse meu cunhadinho radiante de alegria.
– Preste atenção, vai ser só esta vez tá bom?
Meu cunhadinho parecia hipnotizado na minha bucetinha, começou a me tocar com a mão meio trêmula e foi apalpando até empalmar e apertá-la quase machucando.
– Devagar, disse. – Se quiser agradar as mulheres tem que tratá-las com carinho.
Peguei sua mão e guiei até meu grelinho e fui ensinando a massageá-lo, meu cunhadinho aprendeu rápido e quando ele enfiou os dedos na minha bucetinha e começou a me foder com a mão, não agüentei e tive meu primeiro orgasmo com meu cunhadinho me tocando.
Dinho retirou seus dedos da minha buceta e levou a boca para sentir meu gosto, ele se deliciou tanto com meu néctar que resolvi ceder um pouco mais e perguntei: – Quer chupar minha bucetinha, quer?
– Tudo que eu quero neste momento é chupar sua buceta Ângela. – Deixa vai, por favor!
– Ta bom, então vem experimentar a primeira bucetinha da sua vida, vem! Disse já empurrando sua cabeça pro meio das minhas pernas.
Meu cunhadinho neste momento não lembrava nada daquele menino tímido do começo do conto.
Ele me chupava tão afoito que às vezes pensava que ia me virar aos avessos.
– Vai com calma Dinho, lembra quando falei que mulher gosta com carinho?
– Desculpe-me! Não vou me esquecer mais, prometo.
Agora bem mais calmo, meu cunhadinho me chupava maravilhosamente bem. Enfiava a língua bem fundo na minha bucetinha, e depois mordia carinhosamente meu grelinho, confesso que estava orgulhosa, pois ele estava se mostrando um ótimo aprendiz, e com certeza a partir daquele dia ia se tornar um excelente amante. Eu como uma boa professora, segurava sua cabeça e esfregava minha buceta na boca do cunhadinho que com competência me retribuía em forma de prazer.
Sua língua deliciosa me levava à loucura, estava quebrando todas as barreiras que existia entre nós.
Derrepente uma onda de calor começou a percorrer meu corpo como se tivesse recebendo uma descarga elétrica então comecei a gritar.
– Não para Dinho! Eu vou gozar! Aiiiiii que delícia. Uuuiiiiiii!!!!!
Puxei sua cabeça contra minha buceta e meu corpo não parava de tremer despejando uma cascata de líquido na boca do meu cunhadinho que sugou até a última gota do melhor orgasmo que tive até o momento na boca de um homem.
Quando me recuperei, percebi que continuava prensando a cabeça do meu cunhadinho contra minha buceta, então o soltei e comecei acariciar sua cabeça e passando a mão por seu rosto meio assustado, mas ao mesmo tempo realizado e feliz por ter satisfeito uma mulher em sua primeira vez, e com um detalhe, sem haver penetração.
Não tive muitos namorados antes de me casar com Carlos, mas nem um deles me fez gozar tão gostoso como meu cunhadinho, talvez seja pela forma que aconteceu, talvez seja pelo fruto proibido, só sei que foi maravilhoso pra mim.
Puxei meu cunhadinho pra junto de mim abracei forte seu corpo franzino elogiando seu desempenho, dei um selinho carinhoso em seus lábios e disse que retribuiria da mesma forma o prazer que tinha me proporcionado.
Deslizei-me até seus pés e quando abaixei sua bermuda, percebi que meu cunhadinho tinha gozado sem se tocar, mas seu pau continuava extremamente duro.
– Você gozou enquanto chupava minha buceta safadinho? Disse sorrindo.
– Gozei sim, pela primeira vez com uma mulher disse todo orgulhoso.
– Então agora, vou fazer você gozar novamente tá bom?
Peguei aquele pau enorme todo melado de porra e pus na boca sugando toda a porra que estava nele deixando limpinho.
Comecei lambendo aquela cabeçorra que mal cabia na minha boca, achava desproporcional o tamanho daquele cacete para um garoto franzino como Dinho, a natureza realmente tinha sido generosa com ele naquele quesito.
Meu cunhadinho gemia enquanto sugava seu pau. Brincava com minha língua naquela cabeçorra, depois engolia o quanto podia dando mordidinha no corpo daquele cacete. Engolia novamente ora brincando com seus testículos depois voltava pra cabeça novamente. Quando abocanhei seu pau o Maximo que pude, meu cunhadinho por instinto forçou a entrada do seu pau ainda mais na minha boca atingindo minha garganta, me engasguei e quase vomitei, então com uma mão segurei seu cacete enquanto chupava só a parte que sobrava controlando suas investidas. Descia com a língua até seu saco e chupava levemente. Colocava seus grãos na minha boca brincava um pouco e depois voltava chupando até chegar à cabeça e engolir novamente. Quando novamente abocanhei seu pau, e comecei a punhetá-lo, meu cunhadinho não agüentou e inundou minha boca de porra sem antes me avisar.
Quando pensei que tinha acabado fui reclamar por não ter me avisado e fui surpreendido por mais uma golfada que atingiu meu rosto.
– Desculpe me disse meu cunhadinho: – Não deu tempo de avisar.
Olhei pra ele com a cara e a boca cheio de porra.
Abri a boca para mostrar a quantidade de porra que estava nela e engoli. Limpei com a mão um filete de porra que escorria pelo meu rosto, e levei até minha boca sugando-a deixando limpinha.
Sorri pro meu cunhadinho dizendo que estava desculpado e voltei para limpar os vestígios de porra que restava no seu cacete.
Estava louca de vontade sentir aquele pau dentro de mim, mas na minha cabeça, já tínhamos ido longe de mais.
A partir desse dia Dinho era outra pessoa, não ficava mais escondidos pelos cantos me cuidando.
Sempre que estávamos a sós em casa ele me confidenciava seus segredos. Algum tempo depois Dinho arranjou uma namoradinha no colégio e perdeu a virgindade com ela em um dia que foi fazer trabalho escolar na casa dela e os pais dela tinham saídos.
Enquanto morei com minha sogra, sempre que estava carente, me consolava com a língua deliciosa do meu cunhadinho na minha bucetinha, depois retribuía com uma bela chupada naquela vara que me dava tanto prazer, mesmo sem nunca ter havido penetração entre nós.
Quando nosso apartamento ficou pronto, confesso que senti falta das chupadas que meu cunhadinho me dava e das gozadas que enchia minha boca de porra.
O tempo passou e meu cunhadinho se tornou um homem muito atraente, não lembrava quase nada daquele menino raquítico de tempo atrás.
Dinho casou com Cristina, uma loira lindíssima. Meu marido o Carlos, vivia fazendo brincadeiras com ela. Pra mim eles tinham um caso, e eu remoia de ciúmes por dentro, então comecei a seduzir meu cunhado novamente, e desta vez nossos encontros só não rolava sexo anal porque ainda não agüentava seu pau no meu cuzinho, mas pro meu marido eu liberava de vez em quando.
Sempre que meu marido viajava a negócios, eu me encontrava com Dinho.
No começo nos encontrávamos em motéis, mas com o tempo, passamos a nos encontrar em casa mesmo.
Bastava meu marido viajar e Dinho inventava uma partida de futebol pra sua esposa e ia pra minha casa onde após uma chupada deliciosa, arrombava minha buceta com seu cacete enorme.
Minha bucetinha já não era a mesma depois que comecei a dar pro Dinho, cada sessão de sexo com meu cunhadinho tinha que ficar pelo menos dois dias sem dar pro meu marido pra ele não desconfiar.
Com o tempo fomos ficando descuidados até que um dia meu marido voltou de uma viagem antes do previsto e nos flagrou transando na nossa cama.
Descobri da maneira mais cruel que meu marido até aquele momento nunca tinha tido um caso com minha concunhada a Cristina. Detalhes narrado por meu marido em outros contos.