sexta-feira, 31 de outubro de 2014

Eu Peguei No Pau do Meu Melhor Amigo


Bem vou contar o que aconteceu
Eu e Eric sempre fomos os melhores amigos ou estava em sua casa ou eu estava na casa dele, sempre jogando bola,jogando play 3,xbox ,coisa de adolescentes felizes para nossa idade sem
se preocupar com nada.
Um dia Eric veio passar o dia em casa,como era sábado, ele ficou mais tarde, quando por volta das 8 horas da noite como era sua casa pertinho da minha resolveu ficar mais um pouco.
Eric era um menino de 16 anos, mais bem desenvolvido para idade dele, branco, cabelos caracolados,estilo sufista,pernas definida e um pouco magro que dava um corpo atletico
para sua idade.


quarta-feira, 29 de outubro de 2014

dois mulekes punheteiros








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Não perdi meu tempo pensando se eu era gay. Sei que sou hétero parte 2


http://punheteirosheterosdefortaleza.blogspot.com.br/2014/10/nao-perdi-meu-tempo-pensando-se-eu-era.html



Conto: e aê galera. Meu nome é vinicius e esse é meu segundo conto. Antes contei como eu e meu amigo edivan fizemos mão amiga, então agora vou contar quando eu e nos chupamos pela primeira vez. isso aconteceu dois meses depois do que se passou no primeiro conto. A mãe de edivan iria sair e perguntou se eu podia ir lá para que ele não ficasse sozinho, como somos muito amigos eu aceitei. cheguei na casa dele sábado à tarde, a mãe dele se despediu e foi embora. Tínhamos 17 anos, não iríamos ficar na casa morrendo de tédio. Fomos á casa das irmãs dele e zoamos a tarde toda. Quando anoiteceu voltamos pra casa.
Edivan: e aí pow, bora comer?
Eu: bora, tô com muita fome.
Depois do jantar edivan foi tomar banho. Tudo normal, só que ele sai do banheiro já enxuto e de cueca boxer preta (pra quem não lembra, edivan é branco, tem 1.75m, uns 70kg e barriga tanquinho).
Eu: que porra é essa?
Edivan: eu só fico assim quando tô só.
Eu: mas eu tô aqui.
Edivan: tu é quase meu irmão pow.
Fui tomar meu banho. Quando terminei, me enxuguei e vesti uma cueca boxer cinza (eu sou negro, tenho 1.82m e 85kg. meu corpo é mais ou menos definido).
Edivan: até você?
Eu: somos quase irmãos. Kkkkkkkkkkkkk.
Edivan pula em cima de mim e começamos a brincar de briga (ás vezes fazemos isso). Começamos a nos agarrar, e quando percebemos nossos paus já estavam duros e faziam muito volume em nossas cuecas. Começamos a rir, mas continuamos a brincadeira. Uma hora ficamos frente á frente enquanto meu pau roçava na coxa dele e o pau dele roçava na minha, Até que nossos paus começaram a roçar um no outro. Rimos de novo e paramos de nos agarrar. Edivan colocou as mãos na cintura e pôs o quadril pra frente, eu fiz o mesmo, e continuamos roçando os nossos  paus por cima da cueca mesmo. Ele falou baixo
Edivan: caramba, isso é muito bom... 
Eu: é mesmo...
Ficamos roçando nossos paus,  que já estavam duros que nem rocha, ficamos em silêncio por uns 5 minutos. Até que a namorada dele chama lá no portão (como eu tava solteiro na época, ela levou uma amiga dela pra ficar comigo). Nos vestimos bem rápido e edivan foi abrir o portão. Ficamos com elas até dar a hora delas irem em bora. Levamos elas até a rua delas e voltamos. Quando chegamos, tiramos a roupa e ficamos só de cueca de novo, mas ninguém teve coragem de fazer  ou falar nada, então fomos dormir (na sala mesmo). de manhã acordei e fui pegar água, quando cheguei na cozinha edivan tava mexendo na geladeira e não me notou. fiquei secando aquela bunda de homem (ele continuava de cueca). Então me aproximei bem devagar e apertei bem firme aquela bunda gostosa.
Edivan: que é isso? Quer me comer? Kkkkkkkkkkkkkkkkk
Eu: ainda tô pensando kkkkkkkkkk
Edivan vem pra cima de mim e começamos a nos agarrar de novo. nossos paus logo ficaram envernizados, então edivan se afasta e se escora na pia com a cintura pra frente. Eu entendo na hora, me aproximo em silêncio e começo a esfregar meu pau no dele.
Edivan: caralho, isso é massa.
Eu: muito...
O telefone toca e edivan vai atender. Eu vou tomar banho e decido sair nú com o pau tão duro que as veias estavam salteadas. Fui a até a sala pra ver a reação dele e quando olho ele tá assistindo um filme pornô.
Edivan: caramba, já tá pelado?
Eu: caramba, já tá vendo pornô?
Edivan ri enquanto tira a cueca. Eu sento do lado dele.
Eu: que filme é esse?
Edivan: brasileirinhas, julia paes vs mônica matos (é um ótimo filme, eu recomendo).
Eu: mão amiga?
Edivan: Demorou.
O pau dele já babava pra caramba. Enquanto eu batia pra ele, sentia aquela pica babar na minha mão (a minha também babava, mas não igual a dele). O pau dele é branco, circuncidado, com 15CM (na época) e cabeça rosa. O meu é escuro, com um pouco de pele, cabeça rosa meio marrom e também com 15CM (por incrível que pareça, nossos paus sempre tiveram o mesmo tamanho). Depois da primeira vez, fazíamos mão amiga sempre. Ficou natural. Mas edivan tava nervoso naquela

Não perdi meu tempo pensando se eu era gay. Sei que sou hetero !




O pau dele já babava pra caramba. Enquanto eu batia pra ele, sentia aquela pica babar na minha mão (a minha também babava, mas não igual a dele). O pau dele é branco, circuncidado, com 15CM (na época) e cabeça rosa. O meu é escuro, com um pouco de pele, cabeça rosa meio marrom e também com 15CM (por incrível que pareça, nossos paus sempre tiveram o mesmo tamanho). Depois da primeira vez, fazíamos mão amiga sempre. Ficou natural. Mas edivan tava nervoso naquele dia. Depois de uns 10 minutos na mão amiga tava ficando chato. Estavamos batendo bem devagar um pro outro. Eu levantei a cabeça e fechei olhos. Sempre que minha mão descia no pau e ia até a base, saia um monte de baba.
Edivan: vinicius, já provasse a baba do teu pau?
Eu: não, tu já?
Edivan: já, o gosto é fraco mas é meio doce.
edivan passa a outra mão na cabeça do próprio pau e leva os dedos cheios de baba até minha boca (estranhamente eu abro a boca quando os dedos tocam os meus lábios).
Edivan: gostou?
Eu: é meio doce.
Edivan: eu disse.
Eu: tu sabe que vai provar o meu também, né?
Edivan: é kkkk, eu sei.
edivan abre a boca e fecha os olhos como que  esperando eu passar a mão no meu pau e levar pra boca dele. Mas ao invés disso eu coloquei a mão na sua nuca e fui levando a cabeça dele até meu pau bem devagar. O unico som na sala era o gemido de Sabrina love no filme. Eu tava levando a cabeça dele até meu pau e ele tava sedendo. Ele ainda tava segurando o meu pau quando a cabeça do meu pau encostou nos lábios fechados dele. Segurei meu pau por cima da mão dele e e comecei a esfregar a cabeça nos lábios dele (de um lado á outro). Até que ele abriu a boca. No início tava meio sem jeito. Mas depois ele tava que nem uma puta no cio (aquele foi o melhor boquete que já me fizeram). Quando ele enfiava tudo na boca lambia o pau, quando subia a cabaça lambia a cabaça do meu pau (por dentro). Até que ele tirou meu pau da boca e começou a passar a ponta da lingua no buraquinho do meu pau. Aí eu não aguentei.
Eu: abre a boquinha
Edivan: assim?
Ele deixou a boca bem apertada no meu pau, mas sem dentes. Eu segurei a cabeça dele e comecei a foder aquela boca. Tava incrivel, a saliva dele escorria até meu saco. A boca dele era molhada, apertada e quente. Em + ou - 3 minutos eu gozei. Não é querendo me gabar, mas meu jato de porra é muito forte. Ele ia tirar a cabeça dele e eu segurei. Acho que foram 5 jatos (ele engoliu 2). depois Ele levantou e foi tomar banho. Quando ele saiu eu fui. Quando saí do banheiro, o almoço já havia chegado. comemos conversando sobre outras coisas. Depois do almoço eu fui dormir (sempre durmo após o almoço). Acordo com alguma coisa quente, dura e melada deslizando no meu rosto (já deu pra adivinhar?). Era o pau de edivan.
Edivan: abre a boca pra mim?
Eu abri a boca e o pau dele já foi preenchendo a minha boca. eu tava deitado e ele meio em pé em cima de mim. Não deu pra ''chupar'' o pau dele porque ele já foi logo fodendo a minha boca. Mesmo dentro da minha boca úmida, o pau dele continuava quente. O pau dele tava babando tanto que chegava a escorrer pela minha boca. Ele gemia baixinho e mexia o corpo todo pra foder Minha boca. Mas depois de uns 3 minutos ele diminuiu o ritmo e começou a gemer alto (à essa altura ele não mexia mas o corpo todo, fodia minha boca mexendo só o quadril). Quando ele gozou, atolou o pau bem fundo na minha garganta. Eu acabei bebendo muita porra (mesmo sem querer). Quando ele saiu de cima de mim, eu fui tomar banho e me limpar. quando saí, tinha um monte de amigos nossos me esperando pra gente ir jogar bola na praia. Quando voltamos a mãe dele já tinha chegado. Tomei banho, jantei e fui pra minha casa. Não perdi meu tempo pensando se eu era gay. Sei que sou hetero. Tudo que eu quero é curtir a vida ao máximo.
É isso aí galera. Esse foi o conto. Pra quem curte trocar fotos ai vai o meu contato: V.84642487.V@gmail.com
não curto afeminados, só heteros punheteiros.
(proximo conto vou falar como eu comi o cuzinhi de edivan).

segunda-feira, 20 de outubro de 2014

Marcus Sueder -Fortaleza Ceará


MARCUS SUEDER  
 DE  FORTALEZA - CEARÁ 
100% PASSIVO 23 ANOS
Adicione esse gatinho no face




Flaguei meu cunhadinho na punheta


Meu nome é Ângela, sou morena clara, olhos verdes, 1,65m, 28anos, 58 kg muito bem distribuídos. Só quem é mulher sabe o quanto é difícil manter um corpo quase perfeito, porque, perfeito é impossível não é mesmo? São horas e horas de muito sofrimento em academias e de longas caminhadas, sem contar os regimes e outros truques para disfarçar novos defeitos que o tempo impiedosamente nos ?presenteia?.
Casei muito jovem com Carlos mesmo contra a vontade dos meus pais. Estava começando meu curso de medicina. A construtora como de praxe não cumpriu o prazo de entrega do nosso apartamento, e por insistência da minha sogra fomos morar com ela até o término da obra, sabe como é mãe, não quer ficar longe das suas crias de jeito nenhum.
Confesso que fiquei meio receosa no início, mas aos poucos percebi que dona Anna era uma pessoa maravilhosa. Morávamos na casa Eu, Carlos meu marido, Dinho meu cunhadinho adolescente e minha sogra, já que meu sogro era falecido.
Meu marido e minha sogra saíam cedo pro trabalho e só voltavam à noite. Carlos trabalhava em uma multinacional e minha sogra na época tinha uma loja de artigos femininos em um shopping na cidade.
Dinho e eu estudávamos à tarde, então ficávamos nós dois na casa no período da manhã, salvo duas vezes por semana que vinha uma diarista para fazer a limpeza mais pesada da casa.
Dinho ao contrário do meu marido que era e continua sendo um gato até hoje, na época era um garoto magro, meio franzino, com o rosto cheio de espinhas, super tímido. Dinho era o patinho feio da família, mas era um amor de menino, sempre disposto a me ajudar em tudo que precisava, aliás, naquela casa eu era tratada por todos como uma princesa.
Com o tempo fui percebendo que quando usava minissaia, ou uma camiseta mais cavada onde mostrava parte dos meus seios, ou até mesmo um short de lycra que ressaltava o relevo da minha bucetinha, Dinho sempre ficava me observando pelos cantos da casa.
Cansei de vê-lo tentando esconder o volume que formava sobre sua bermuda e depois disfarçadamente corria pro banheiro se aliviar numa punheta, coisa de meninos, confesso que me divertia com aquilo, e até gostava de ser sua musa inspiradora.
Certo dia estava com uma minissaia bem curtinha e uma camisetinha regata um pouco folgada que peguei do meu marido, notei que meu cunhadinho da sala me cuidava disfarçadamente. Então para dar vazão as suas fantasias, fui até um canto da cozinha, enrolei minha calcinha e enterrei no meu reguinho deixando minha bundinha totalmente livre e parte da minha bucetinha, pois a calcinha entrou no meio separando-a em duas partes. Fingi não percebê-lo, me abaixei na pia da cozinha fazendo de conta que estava arrumando as panelas e empinei minha bundinha o máximo que pude para facilitar sua visão, fiquei um tempo naquela posição imaginando a cara do meu cunhadinho me vendo daquele jeito. Após algum tempo, me levantei sem olhar pra trás, dei alguns segundos para meu cunhadinho se recuperar e voltei pra sala. Meu cunhadinho estava pálido com as mãos sobre o pau tentando esconder sua ereção ainda não acreditando no que tinha visto, e para provocá-lo ainda mais, me ajoelhei na sua frente fingindo procurar umas revistas na mesa de centro e meus seios ficaram totalmente expostos ao seu olhar. Peguei uma revista e sentei no sofá fingindo que estava concentrada na leitura, mas só observando sua reação, não deu outra, meu cunhadinho disfarçadamente correu para a lavanderia que ficava numa edícula nos fundos da casa, dei um tempo, e sem fazer barulho fui expiar o que meu cunhadinho estava fazendo.
Dinho pensando que eu estava na sala lendo, se descuidou um pouco e pude ver ele de costa se masturbando.
Fiquei num canto da janela, mas de onde eu estava só dava pra ver seus movimentos, não sei por que, mas estava louca de curiosidade para ver seu pauzinho, a qual não foi minha surpresa quando ele se virou de lado e pude ver que de pauzinho não tinha nada, pois era bem maior e mais grosso que o do meu marido que media 16 cm.
Dinho se masturbava cheirando uma de minhas calcinhas que estava para lavar, derrepente Dinho se encolheu e vi várias golfadas de porra saindo do seu pênis enorme, confesso que não pensava que um menino raquítico como ele pudesse ter uma ferramenta tão grande. A partir deste dia, sempre que estava transando com meu marido pensava no pau do meu cunhadinho e gozava como louca.
Sabendo que meu cunhadinho se acabava na punheta cheirando minhas calcinhas, resolvi provocá-lo ainda mais, e toda vez que ia tomar meu banho, antes, me masturbava e deixava minhas calcinhas bem molhadinhas pro meu cunhadinho cheirar e me homenagear.
Estava louca de vontade de dar pro meu cunhadinho, mas isso não passava de uma fantasia, pois naquela época, nunca teria coragem de trair meu marido, e também não sabia qual seria a reação do menino se me oferecesse pra ele, portanto desisti desta idéia, mas sempre que fazia uma chupeta pro meu marido imaginava o pau do Dinho na minha boca.
Com o tempo, fomos pegando intimidade e meu cunhadinho foi se soltando cada vez mais. Agora quando ia recolher as roupas para lavar, percebia que minhas calcinhas estavam meladas de porra no meio, o danadinho gozava e se limpava nelas.
Certo dia quando entrei no banheiro, peguei no flagra meu cunhadinho se masturbando e cheirando uma das minhas calcinhas. Fingi estar indignada com aquilo e disse aos gritos.
- O que é isso Dinho? – Imagine se seu irmão saiba o que você anda fazendo? – Pensa que não percebi minhas calcinhas todas gozadas quando vou lavá-las? ? O que sua mãe vai fazer com você quando contar a ela suas peripécias?
O pau do meu cunhadinho murchou na hora com o susto, notei que mesmo mole continuava grande.
Meu cunhadinho trêmulo de cabeça abaixo, só balbuciava umas desculpas quase chorando de vergonha, pedindo pelo amor de Deus para que não contasse pra sua mãe e seu irmão.
Acho que fui muito convincente na minha encenação, e pra acabar de vez com meu cunhadinho, fingi estar inconformada e chorando entrei no meu quarto batendo a porta com força.
Dentro do meu quarto eu ria por dentro lembrando a cara do cunhadinho na hora do flagra.
Deitei na minha cama afastei minha calcinha pro lado e comecei a me masturbar pensando na cena que tinha presenciado a pouco e gozei bem gostoso.
Não demorou meu cunhadinho bateu na porta pedindo pra conversar comigo.
Esfreguei as mãos nos meus olhos, fui até o espelho e vi que estavam bem vermelhos, abri a porta com uma cara de quem tinha chorado muito e disse: – O que você quer de mim?
- Como você acha que estou sentindo vendo você se masturbar cheirando minhas calcinhas?
È sobre isto que quero falar com você! Disse. ? Me desculpe isto não vai mais acontecer, juro por Deus, por favor, não conte pro Carlos e nem pra mãe, eles vão me matar.
Nesta hora percebi o quanto meu cunhadinho estava perturbado, então resolvi amenizar a situação, mas mantendo ele em minhas mãos.
Perguntei a ele: – Não é melhor você transar com sua namoradinha em vez de ficar se masturbando cheirando minhas calcinhas?
- Eu nunca tive uma namorada, e mesmo que tivesse, seria muito difícil pra mim devido meu medo de não conseguir fazer direito, disse meu cunhadinho.
- Então quer dizer que você ainda é virgem? Disse aparentando surpresa. – Você não vai rir de mim, vai? ? Claro que não disse.
- Eu nunca tive com uma mulher, não tenho muita sorte com as meninas, o que sei sobre sexo é o que vejo em revista e filmes pornôs, então quando você veio morar conosco, ao ver suas calcinhas no cesto de roupas sujas não resisti e comecei a bater punheta cheirando elas.
- Você pensa em mim quando está se masturbando? Perguntei.
Gaguejando meu cunhadinho disse que pensava sim, e pediu novamente pelo amor de Deus para não contar pro seu irmão. Me fez jurar que não contaria.
Para ganhar novamente a confiança do meu cunhadinho disse:
- Dinho, a partir de hoje esse vai ser nosso segredo, e se continuar bonzinho comigo, prometo que vou te ajudar a perder o medo de mulher, você só precisa ser confiante, pois material você tem de sobra, portanto, agora quero que continue o que estava fazendo quando entrei no banheiro.
Meu cunhadinho vermelho de vergonha disse: – Agora? – Na sua frente?
- Claro disse! ? Não precisa ter vergonha de mim tá bom? Vai ser nosso segredo lembra?
Como meu cunhadinho estava travado de medo, disse: – Vou te ajudar, mais você não pode me tocar tá bom?
Meu cunhadinho ficou sentado no pé da cama, subi até a cabeceira, sentei-me e abri minhas pernas ficando totalmente exposta ao olhar hipnotizado do Dinho que imaginava o que teria por baixo da minha calcinha. Ele fez uma cara de espanto quando a puxei de lado e pela primeira vez na vida ele via uma bucetinha tão de perto.
Seu pau estava enorme dentro da bermuda, então pedi pra ele tirar pra fora e me acompanhar numa masturbação.
Dinho abaixou a bermuda liberando aquele cacete de dar inveja a muitos homens formados.
Meio tímido ele começou alisando seu pau, enquanto eu gozava com meus dedos atolados na minha bucetinha ao mesmo tempo em que via meu cunhadinho timidamente com aquele pau enorme se masturbando na minha frente.
Quando gozei, retirei minha calcinha lentamente e enfiei parte dela na minha raxinha toda molhada, quando umedeceu, a tirei bem devagar e joguei pro meu cunhadinho que agarrou como um desesperado esfregando no nariz sentindo meu cheiro, e em poucos segundos, lavou minha cama de porra. Para sentir seu gosto, molhei os dedos na sua porra e levei a boca chupando até ficar limpinhos.
Dinho mesmo tendo gozado continuava com o pau duríssimo apontando pra mim e me pediu:
- Me deixa por meu pau pelo menos um pouquinho na sua bucetinha?
- Não Dinho, você não pode por seu pau na minha bucetinha, seria uma traição com seu irmão, e além do mais, estamos sem preservativos, imagina se eu fico grávida?
- Me deixa por na sua bundinha então!
- Você está louco seu safadinho? Disse sorrindo.
- Não agüento com o pau do seu irmão que é menor e mais fino, imagina agüentar essa tora no meu cuzinho? ? E o que vou dizer pro seu irmão quando ele perceber que meu cu está todo arrombado?
- Se controle seu malandrinho tá bom?
Confesso que tive vontade de dar minha bundinha pro meu cunhadinho, mas era uma missão impossível, pois todas as tentativas do seu irmão em comer meu cuzinho acabavam em desistência, pois sentia muita dor.
Dinho continuava alisando seu pau com um olhar pidão na minha bucetinha, pois eu continuava sentada com as pernas escancarada na sua frente.
Deu-me uma peninha dele, então resolvi ceder um pouco já que tinha chegado até ali.
- Dinho você quer tocar na minha bucetinha? Perguntei.
- Claro que sim, disse meu cunhadinho radiante de alegria.
- Preste atenção, vai ser só esta vez tá bom?
Meu cunhadinho parecia hipnotizado na minha bucetinha, começou a me tocar com a mão meio trêmula e foi apalpando até empalmar e apertá-la quase machucando.
- Devagar, disse. – Se quiser agradar as mulheres tem que tratá-las com carinho.
Peguei sua mão e guiei até meu grelinho e fui ensinando a massageá-lo, meu cunhadinho aprendeu rápido e quando ele enfiou os dedos na minha bucetinha e começou a me foder com a mão, não agüentei e tive meu primeiro orgasmo com meu cunhadinho me tocando.
Dinho retirou seus dedos da minha buceta e levou a boca para sentir meu gosto, ele se deliciou tanto com meu néctar que resolvi ceder um pouco mais e perguntei: – Quer chupar minha bucetinha, quer?
- Tudo que eu quero neste momento é chupar sua buceta Ângela. – Deixa vai, por favor!
- Ta bom, então vem experimentar a primeira bucetinha da sua vida, vem! Disse já empurrando sua cabeça pro meio das minhas pernas.
Meu cunhadinho neste momento não lembrava nada daquele menino tímido do começo do conto.
Ele me chupava tão afoito que às vezes pensava que ia me virar aos avessos.
- Vai com calma Dinho, lembra quando falei que mulher gosta com carinho?
- Desculpe-me! Não vou me esquecer mais, prometo.
Agora bem mais calmo, meu cunhadinho me chupava maravilhosamente bem. Enfiava a língua bem fundo na minha bucetinha, e depois mordia carinhosamente meu grelinho, confesso que estava orgulhosa, pois ele estava se mostrando um ótimo aprendiz, e com certeza a partir daquele dia ia se tornar um excelente amante. Eu como uma boa professora, segurava sua cabeça e esfregava minha buceta na boca do cunhadinho que com competência me retribuía em forma de prazer.
Sua língua deliciosa me levava à loucura, estava quebrando todas as barreiras que existia entre nós.
Derrepente uma onda de calor começou a percorrer meu corpo como se tivesse recebendo uma descarga elétrica então comecei a gritar.
- Não para Dinho! Eu vou gozar! Aiiiiii que delícia. Uuuiiiiiii!!!!!
Puxei sua cabeça contra minha buceta e meu corpo não parava de tremer despejando uma cascata de líquido na boca do meu cunhadinho que sugou até a última gota do melhor orgasmo que tive até o momento na boca de um homem.
Quando me recuperei, percebi que continuava prensando a cabeça do meu cunhadinho contra minha buceta, então o soltei e comecei acariciar sua cabeça e passando a mão por seu rosto meio assustado, mas ao mesmo tempo realizado e feliz por ter satisfeito uma mulher em sua primeira vez, e com um detalhe, sem haver penetração.
Não tive muitos namorados antes de me casar com Carlos, mas nem um deles me fez gozar tão gostoso como meu cunhadinho, talvez seja pela forma que aconteceu, talvez seja pelo fruto proibido, só sei que foi maravilhoso pra mim.
Puxei meu cunhadinho pra junto de mim abracei forte seu corpo franzino elogiando seu desempenho, dei um selinho carinhoso em seus lábios e disse que retribuiria da mesma forma o prazer que tinha me proporcionado.
Deslizei-me até seus pés e quando abaixei sua bermuda, percebi que meu cunhadinho tinha gozado sem se tocar, mas seu pau continuava extremamente duro.
- Você gozou enquanto chupava minha buceta safadinho? Disse sorrindo.
- Gozei sim, pela primeira vez com uma mulher disse todo orgulhoso.
- Então agora, vou fazer você gozar novamente tá bom?
Peguei aquele pau enorme todo melado de porra e pus na boca sugando toda a porra que estava nele deixando limpinho.
Comecei lambendo aquela cabeçorra que mal cabia na minha boca, achava desproporcional o tamanho daquele cacete para um garoto franzino como Dinho, a natureza realmente tinha sido generosa com ele naquele quesito.
Meu cunhadinho gemia enquanto sugava seu pau. Brincava com minha língua naquela cabeçorra, depois engolia o quanto podia dando mordidinha no corpo daquele cacete. Engolia novamente ora brincando com seus testículos depois voltava pra cabeça novamente. Quando abocanhei seu pau o Maximo que pude, meu cunhadinho por instinto forçou a entrada do seu pau ainda mais na minha boca atingindo minha garganta, me engasguei e quase vomitei, então com uma mão segurei seu cacete enquanto chupava só a parte que sobrava controlando suas investidas. Descia com a língua até seu saco e chupava levemente. Colocava seus grãos na minha boca brincava um pouco e depois voltava chupando até chegar à cabeça e engolir novamente. Quando novamente abocanhei seu pau, e comecei a punhetá-lo, meu cunhadinho não agüentou e inundou minha boca de porra sem antes me avisar.
Quando pensei que tinha acabado fui reclamar por não ter me avisado e fui surpreendido por mais uma golfada que atingiu meu rosto.
- Desculpe me disse meu cunhadinho: – Não deu tempo de avisar.
Olhei pra ele com a cara e a boca cheio de porra.
Abri a boca para mostrar a quantidade de porra que estava nela e engoli. Limpei com a mão um filete de porra que escorria pelo meu rosto, e levei até minha boca sugando-a deixando limpinha.
Sorri pro meu cunhadinho dizendo que estava desculpado e voltei para limpar os vestígios de porra que restava no seu cacete.
Estava louca de vontade sentir aquele pau dentro de mim, mas na minha cabeça, já tínhamos ido longe de mais.
A partir desse dia Dinho era outra pessoa, não ficava mais escondidos pelos cantos me cuidando.
Sempre que estávamos a sós em casa ele me confidenciava seus segredos. Algum tempo depois Dinho arranjou uma namoradinha no colégio e perdeu a virgindade com ela em um dia que foi fazer trabalho escolar na casa dela e os pais dela tinham saídos.
Enquanto morei com minha sogra, sempre que estava carente, me consolava com a língua deliciosa do meu cunhadinho na minha bucetinha, depois retribuía com uma bela chupada naquela vara que me dava tanto prazer, mesmo sem nunca ter havido penetração entre nós.
Quando nosso apartamento ficou pronto, confesso que senti falta das chupadas que meu cunhadinho me dava e das gozadas que enchia minha boca de porra.
O tempo passou e meu cunhadinho se tornou um homem muito atraente, não lembrava quase nada daquele menino raquítico de tempo atrás.
Dinho casou com Cristina, uma loira lindíssima. Meu marido o Carlos, vivia fazendo brincadeiras com ela. Pra mim eles tinham um caso, e eu remoia de ciúmes por dentro, então comecei a seduzir meu cunhado novamente, e desta vez nossos encontros só não rolava sexo anal porque ainda não agüentava seu pau no meu cuzinho, mas pro meu marido eu liberava de vez em quando.
Sempre que meu marido viajava a negócios, eu me encontrava com Dinho.
No começo nos encontrávamos em motéis, mas com o tempo, passamos a nos encontrar em casa mesmo.
Bastava meu marido viajar e Dinho inventava uma partida de futebol pra sua esposa e ia pra minha casa onde após uma chupada deliciosa, arrombava minha buceta com seu cacete enorme.
Minha bucetinha já não era a mesma depois que comecei a dar pro Dinho, cada sessão de sexo com meu cunhadinho tinha que ficar pelo menos dois dias sem dar pro meu marido pra ele não desconfiar.
Com o tempo fomos ficando descuidados até que um dia meu marido voltou de uma viagem antes do previsto e nos flagrou transando na nossa cama.
Descobri da maneira mais cruel que meu marido até aquele momento nunca tinha tido um caso com minha concunhada a Cristina. Detalhes narrado por meu marido em outros contos.
Se gostar do conto vote, ou deixe seus comentários, se quiser entrar em contato, vou deixar meu e-mail: aventura.ctba@ig.com.br

Peguei minha cunhada batendo punheta e comi seu cu


Tenho 29 anos, 1,63 m, cabelos castanhos, e sou tipo meio gordinho, com pernas grossas e bumbum que as mulheres adoram. o fato aconteceu comigo ha um ano. minha namorada e uma loira linda e gostosa, bunda grande, seios deliciosos, mete muito gostoso, me chupa e ainda estamos nas preliminares do cuzinho, mas eu chego la. transamos sempre e e muito gostoso.
acontece que ela tem uma irma que se parece muito com ela, com a diferen�a de ter seios maiores, a cintura mais fina e a boca com labios mais carnudos, enfim, muito mais gostosa que a minha namorada. sempre tive muita liberdade com ela, mas nunca tinha passado das brincadeiras tipo cantar pra ela a musica: ‘cunhada, cunhada boa, ha se nao fosse a irma da minha patroa’… e ela sorria se sentindo a por cima…
sempre levo minha namorada ao trabalho na hora do almo�o e depois vou para o meu trabalho. um certo dia ela me pergunta, ja no caminho, se eu poderia emprestar o carro para minha cunhada ir ao banco pra ela, e eu digo que sim. ela me disse pra deixa-la no trabalho e voltar a sua casa que sua irma me levaria ate o meu trabalho e voltaria pra me pegar a noite, no que concordei e segui para sua casa. ao chegar na casa dela, entrei pelo portao sem fazer barulho e quando cheguei na janela da sala tive uma grande surpresa: – minha cunhada estava so de calcinha na sala, vendo um filme porno e se masturbando. a essa hora ela estava sozinha em casa e deve ter aproveitado a ocasiao pra tirar o atraso, pois estava a meses sem namorado. mas a surpresa maior quem teve foi ela ao me ver, correu para o quarto e eu fui entrando na sala.
quando ela voltou me pediu desculpas, disse que estava morrendo de vergonha e coisa e tal, desligou o video e se sentou tampando o rosto e dizendo: – ai, nao tem coragem nem de olhar pra voce.
eu como sou muito sacana, peguei o controle e liguei novamente o video, tinha um negao metendo gostoso numa coroa loira que estava de quatro. ela protestou: – desliga isso!!!
eu disse: – que e isso cunhadinha? nao estava vendo agora e a minha vez. ela disse que estava fazendo aquilo porque estava sem namorado e que nao era de ferro. entao eu disse: – se quiser, posso te ajudar. ela disse: – ta louco? minha irma nos mata. e eu: – so se voce contar, vem senta aqui que eu continuo a punhetinha pra voce, so vamos fazer isso, vem…
ela sorriu, se levantou e se sentou ao meu lado e ficou olhando o video, que a esta altura ja estava na fase dos boquetes.
comecei a passar a mao na perna dela e vi os pelinhos loiros se arrepiarem e senti ela se contorcer… fui subindo ate chegar a sua bocetinha e comecei a passar a mao por cima do short… ela abriu mais as permas e se curvou para o outro lado… eu pedi: – tira esse short que vai ser melhor… ela se levantou e abaixou o short ate os joelhos e entao pude ver todo o volume da sua bundinha e ao passar a mao senti a bocetinha molhada de tesao. afastei a calcinha e passei os dedos ela suspirou e gemeu com os olhos fechados. propus a ela uma troca: eu batia pra ela e ela pra mim.
no que ela disse: – entao tira pra fora. tirei. ela acariciou e come�ou a bater uma puneta muito rapido, pedi que fosse mais devagar, queria sentir a sua mao e os movimentos. ela obedeceu e ainda pediu que eu colocasse um deo na xoxotinha dela. enfiei, e vendo ela se contorcer, nao aguentei, ajoelhei na frente dela e chupei a sua buceta. ela suspirava e dizia: – chupa gostoso, igual voce chupa a minha irma. chupei, chupei muito. depois com os labios doendo do boquete, me leventei e disse: – agora e a sua vez, sua putinha, cai de boca igual a sua maninha. ela abocanhou de uma so vez e chupou muito, quando eu estava quase gozando pedi pra ela se sentar no sofa, empurrei-a para tras, levantei as suas pernas e contemplei a sua linda buceta, que era bem maior que eu pensava. enfiei tudo de uma vez. ela rebolava e dizia: – ai, se me irma descobre, fode, fode gostoso… hunnnn…
e eu dizia: – cala a boca putinha e presta aten�ao na foda.
e metia, metia, tirava e colocava o pau com muita facilidade, percebi que minha cunhada ja fora arrombada por alguem superdotado. mas continuei a come-la nao me importando que a minha pica fosse menor que os outros que a foderam. gosamos quase juntos. ela se levantou e foi buscar agua pra nos, quando voltou o filme estava no sexo anal. o negao fodia o cuzao da coroa e entao ela me perguntou se eu ja tinha trepado no cuzinho da sua irma, eu disse que so tinha colocado a cabecinha e retirado por que ela reclamou da dor. entao ela perguntou se eu ja tinha comido algum outro cuzinho e eu confirmei que ja tinha comido um de uma kenga de cabare, mas que era muito relaxado e pareceu que a foda era na boceta. ela se abaixou e chpou meu pau ainda mole ate ele endurecer, deixou ele lambuzadinho e disse que queria experimentar no cu, que so um de seus namorados tinha tentado come-la pelo cuzinho e que nao tinha dado certo porque doeu. a safada disse que comigo seria mais facil porque meu pau era menor e entraria mais facil. fiquei chateado, homem senhum gosta de compara�oes, com um pouco de raiva joguei ela de quatro no sofa e enfiei de uma vez fazendo ela hurrar de dor. ela choramingava enquanto eu dizia: – para de chorar sua kenga, meu pau nao e pequeno? entao aguenta vaca. e fofia, e fodia, trepava nela com raiva. ela passava amao na buceta e gemia. quando percebi que ela ia gozar tirei a rola, me afstei e fiquei batendo punheta ate gozar. ela protestoui, queria que continuasse a fode-la, mas a raiva me dizia pra deixa-la com tesao inacabado, e assim eu fiz. vesti aminha roupa ainda ouvindo os protestos dela, tentou me impedir e eu disse: vai procurar uma pica do seu tamonho sua vadia, que esse aqui e pequeno mas sua irma bem que gosta. ela pediu desculpas, disse que nao era bem assim, implorou para que eu a fizesse gozar de novo. dizia que embora ja tivesse experimentado rolas maiores ainda nao tinha gozado como comigo. mas eu nao acreditei, mulher mente muito. mas de tanto ela insistir, desci as cal�as e meti novamente na bucetinha dela, fizemos uma papai e mamae silencioso, entre beijos e sussurros, ate que ela gozou, eu tirei o pau e fui gozar na cara dela. nos vestimos e eu me despedi e fui para o trabalho com duas horas de atraso.
depois daquele dia ela sempre se esfrega em mim quando tem oportunidade, ate passa a mao no meu pau rapidamente, quando nao tem ninguem olhando, mas ainda nao tivemos outra oportunidade. mas sempre bato uma pensando nela, com um pouco de raiva e muito tesao.

minha professora gostosa

Conto enviado por: G.M.H.
Tenho 22 anos, sou alto, magro, relativamente bonito. Vou lhes contar uma pequena aventura que tive na Amazônia. Em uma de minhas pesquisas, estava eu, dois alunos de graduação (já sou formado), duas meninas que gostariam de se aventurar um pouco e um senhor idoso fotógrafo.
Chegamos ao local aonde iríamos, enfim, acampar. Para minha total surpresa, lá estava uma de minhas professoras que sempre sonhei em conhecer mais intimamente. A mulher era casada, bonita, tinha filhos, inteligentíssima, e lembrei-me de sua rigidez na sala de aula e me perguntei “se ela seria rígida do mesmo jeito atrás de quatro paredes?”.
Ela me cumprimentou e armamos as barracas para passar a noite, que seria de lua cheia. Um riacho corria nas proximidades daquele local e tarde da noite, quando todos estavam dormindo, eu acordei disposto a tomar um banho nas águas escuras do pequeno rio. Sentei-me na beira por uns instantes, me despi completamente e me joguei na água que estava quentinha (minha sorte!).
Nadei por alguns minutos, imaginando se teria coragem de falar para aquela mulher o meu desejo por ela (todos tinham pavor dela, só pra mencionar). De repente, quando meus olhos focalizam as margens do rio, lá estava ela, sensual demais com uma camisola. Eu imaginei “Que delícia de corpo”. Ela me fitou e disse:
-Tomando banho a esta hora?
-Sim, professora – eu disse e uma coragem me veio do nada e falei – não desejas também? A água está muito boa!
Ela sorriu e continuou.
-Talvez – ela disse – se você sair dessa água agora.
Ela via todas as minhas peças de roupa na margem e logicamente sabia como eu estava.
-Gostaria muito – disse ela.
Não foi fácil, senti meu cacete subindo a cada momento, mas eu gostaria muito de vê-la nua e não perderia aquele momento.  Em breves segundos eu estaria pelado na frente de minha professora gostosa. Não hesitei em sair, embora estivesse com um frio na barriga e caminhei até ela.
-Muito bem – ela disse – posso banhar com você agora.
Eu senti que os olhos dela não paravam de ver o meu pau, que estava quase duro, vinte centímetros. Eu a vi tirar a roupa. Sua deliciosa xaninha era projetada para ser perfeita. Nunca pensei que aquela mulher pudesse ser tão safada.
-Gostou? – ela me apresentou o seu corpo escultural.
Eu fiquei sem palavras e juntos, nós mergulhamos. Foi sensacional, seus deliciosos e apetitosos seios apareciam. Ela me fitava de um jeito que me intimidava, mas quando menos esperei, eu senti sua mão massagear de leve meu pênis, ela me punhetava de uma forma sensacional, eram movimentos delicados e ao mesmo tempo fortes. Fui ao êxtase. Naquele momento, meu pau estava o mais duro possível.
-Está gostando?  – ela me perguntou.
Não respondi, eu a segurei com firmeza e pressionei meu cacete dentro de sua xaninha. Ela gemeu e começamos a nos chupar ali mesmo. Foi excepcional.
-Seu aluno é gostoso? – perguntei a ela. Já não estava em meu juízo perfeito.
Fomos para a beirada do rio, para algumas folhagens, nos chupamos ainda mais. Jamais imaginei quão boqueteira ela era. Chupava meu pau como uma puta e conseguia enfiá-lo até o fim em sua boca. Ela me levou aos céus naquele momento e gozei.
Ela continuou, não estava disposta a parar ainda, continuou a sugar meu cacete como um pirulito de morango.
-Segundo rodada – disse ela.
Meu pau voltou a ganhar impulso novamente e com as chupadas cada vez mais rápidas da doutora, o “meu amiguinho” ficou mais duro que diamante.
Eu estava em um clímax bárbaro quando ela virou-se de costas e murmurou “enfia com toda a força”. Senti que não poderia desobedecer minha professorinha. Ela gemeu muito enquanto enfiava, mas deu tudo certo. E comecei a fazer movimentos de vai e vem com o meu pau em seu delicioso bumbum.
Ela quase gritou de prazer e dor, tentei não forçar muito, não gostaria que ninguém do acampamento nos visse. Eu continuei mais levemente, ela ainda gemia e foram os dez minutos mais maravilhosos que eu poderia passar. Nós nos vestimos, ela ainda teve a ousadia de massagear o meu cacete enquanto retornávamos para o local do acampamento.  A partir daquele dia, apenas pensei se nos encontraríamos mais vezes no futuro.

Minha mulher e seu sobrinho by azul casal

Conto enviado por: Azul Casal
Somos o Casal Carlos e Maria, temos 52 e 43 anos, temos dois filhos, neste final de ano, nossos filhos resolveram ir para o interior do Estado do Ceará, para casa de meu irmão e Limoeiro do Norte passar alguns dias de férias e seu sobrinho que mora com os pais em Natal, resolveu vim para nossa casa em Fortaleza passar alguns dias, pois tem muitos amigos aqui e outros primos, filhos dos meus cunhados.
Maria minha esposa me avisou que ele vinha, mais que não incomodaria, pois já tem 19 anos, sabe dirigir e tem os outros primos que podem dar atenção já que nossos filhos são mais jovens, e tinham ido para Limoeiro, aceitei sua vinda sem nenhuma restrição pois é muito ligado a nós, seu nome Ricardo, um garoto bonito, porém muito timido e calado, fomos busca-lo no aeroporto, trouçemos pra nossa casa e fomos trabalhar.
A noite levamos ele para jantar fora e passear, tudo transcorria na maior tranquilidade, Ricardo já fazendo Faculdade, notamos que agora estava bem mais desinibido, conversamos sobre tudo, inclusive sobre a namorada, disse que tinha acabado, pois estava atrapalhando seus estudos, por esse motivo tinha vindo, que gostava muito dela, mais seu futuro em primeiro lugar, que ela pegava muito no seu pé, e tudo mais, Maria como sempre muito indiscreta perguntou se ele já estava pegando ela, ele disse que sim, pois já namoravam a mais de um ano, então Maria perguntou se não estava com saudades, ele disse que sim mais dava pra controlar, então Maria disse que como ele era bonito e jovem não teria dificuldades de encontrar uma nova garota, a conversa transcorria normalmente, ele iria passar uma semana, aproveitamos e deixamos o carro com ele para ir a onde quizesse.
Bom, na terça pela manhã, acordamos e Maria como sempre em casa se vesti muito a vontade, quando estamos só ela costuma andar só de calcinha, pois moramos em casa, e não tem perigo de alguem ver, eram 07:00h, pensavamos que ele ainda estava dormindo Maria se levantou para fazer o café e abrir o portão para nossa empregada, que já é uma senhora de 50 anos, Maria desceu só de calcinha tipo asa delta sem sutiã, fiquei tomando banho, ela estava no fogão acendendo o fogo para o café, quando viu sem querer seu sobrinho a traz, tinha descido do quarto para tomar agua, tomaram aquele susto, Maria disse que quando ele a viu só de calcinha toda na bunda, e os seios de fora ficou com os olhos grelhados, e estatico, pediu desculpas e subiu correndo para o quarto, quando desci não vi nada, Maria tambem não disse nada, tomei café e fui me arrumar para ir ao escritorio, Maria também, ele ficou no quarto, mais tarde liguei pra ele pra saber se iria a algum lugar, disse que iria visitar um tio mais a noite tava em casa.
A noite quando chegamos em casa ele já estava, a empregada já tinha saido pois mora fora, fomos pro quarto trocar de roupa para Maria aprontar o jantar, já que não iriamos sair, chamei ele para assistirmos TV, enquanto Maria aprontava o jantar, Maria estava com um shortinho de dormir de algodão, bem curtinho entrando na bunda e a blusa que faz parte do pijama bem solta, quase transparente, mostrando os mamilos, mais um pouco e ela nos chamou para jantar, fomos, Maria em pé, nos servindo, notei que ele não tirava os olhos dela, dos seios e da bunda, que digam de passagem são lindos, pois colocou 400ml de silicone, para atiçar, pois notei que ele tava de olho, eu disse ta vendo Ricardo, como tua tia ficou bonita depois da cirurgia plastica, ele disse foi tio, Maria disse não mexe com o Ricardo Carlos, ele é muito timido, Ricardo disse pode deixar tia já sou grandinho e a senhora ficou bonita mesmo, pena que mamãe não fez isso, rimos, Maria disse vai chegar o tempo filho e sua mãe tem outra cabeça, rimos, ele timido mais vez por outra ficava olhando, terminamos o jantar, ele ficou na mesa, acho que excitado, chamei novamente pra sala de Tv mais ele disse que iria já, e ficou com Maria na cozinha, fui pra sala de Tv que dá pra cozinha e vez por outra ficava olhando ele, como Maria estava lavando a louça ficava de costa pra ele e ele não tirava o olho de sua bunda, notei que ele passou a mão no pau, tentando esconder sua excitação, por isso não se levantava, eu só de mal chamei ele novamente que veio tentando disfarçar com a mão na frente mais dava pra ver que estava muito excitado com o pau duro, sentou-se numa poltrona, Maria como não é nada inocente, sei que sabia que ele estava observando-a, quando terminou de lavar a louça, veio na sala de Tv, como já eram quase 10:00h disse que iria subir para tomar banho e se deitar, me deu um beijo e deu um beijo no rosto dele, ficando de frente pra ele mostrando os seios e virou-se saiu devagarinho rebolando a bunda, ele puxou uma almofada e colocou no colo, eu também só de pensar estava ficando excitado, fui pro quarto e disse pra Maria, o Ricardo tava super excitado te vendo assim vi que tava de pau duro, ela disse deixa amor também vi, deve ta com saudades da namorada, deve fazer tempo que não da uma, mais não vou mudar minha rotina por isso, eu disse acho que vai se acabar na punheta pensando em ti, ela riu, fez cara de safada e disse tu acha, e você o que ta sentindo, mostrei meu pau que tava pra lá de duro, então eu disse, termina o banho e vai só de calcinha lá em baixo, faz de conta que vai pegar agua que ele vai te ver da sala, ela disse tu ta é louco, parou mais disse eu vou a respondabilidade é tua, já to ficando com tesão bem molhadinha, eu disse vai amor, vamos colocar pimenta nisso, Maria colocou uma calcinha de renda branca bem pequena e foi, só de calcinha e sandalias, passou na cozinha demorou um pouquinho mostrando a bunda, pegou agua e disse boa noite pra ele que prontamente respondeu, quando chegou no quarto perguntei e ai, ela disse que fez o combinado e ele não tirava os olhos, hora fizemos amor, eu dizendo que ele tava batendo punheta pensando nela, e ela super excitada dizendo será amor, será que ele quer me comer, chupar a titia, será amor que ele tem coragem de comer a titia, eu disse tem, faz de conta que é ele que esta te comendo, Maria dizia come a titia bem gostoso amor, mete na minha xoxotinha, hora rapidamente gozamos, olhamos um pro outro rimos, Maria disse que gostoso amor essa fantasia, então eu disse vamos atiçar ele nessa semana, vamos ver sua reação, se ele estiver com tesão em ti não vai querer sair de casa, Maria disse será amor?, vamos descobir.
Na quarta feira, acordamos por volta das 07:00h, Maria novamente foi fazer o café, com um robi transparente na metada das coxas, me perguntou como estou?, eu disse uma delicia, já to ficando de pau duro, ela desceu, mais um pouco e desci, ele ficou no quarto, fui e chamei ele, ele desceu, nos comprimentou, Maria deu um beijinho nele, sentou-se na mesa, de cabeça baixa, puxamos assunto, ele foi se soltando, Maria fazendo questão de mostrar a bunda pra ele que não tirava os olhos, então eu disse amor vou pro escritorio, você vai, ela disse agora pela manhã não amor, vou ficar um pouco em casa, o rapaz da piscina vem limpa-la e se der vou tomar banho ai perguntei e você Ricardo, ele disse não tenho nada pra fazer, eu disse quer ir pro meu escritorio, ele disse não tio, vou ler um livro e assistir Tv, pisquei o olho pra Maria, então eu disse acho bom você fazer companhia para sua tia, até porque o rapaz da piscina é safado, fica olhando pra ela, e sua tia também gosta de se exibir, Maria disse deixa de ser ruim Carlos, o Ricardo não gosta desse assunto, não fui trabalhar mais não parava de pensar nisso.
A tarde liguei e perguntei como estava, Maria disse que a noite me contaria, então quando cheguei ela me contou que após o rapaz limpar a piscina, sei que o rapaz dar em cima da Maria e ela pra provocar vem sempre  puxar assunto com ele, ela disse que atendeu o rapaz de robi pela primeira vez, e Ricardo perto, disse que subiu pro quarto se rebolando e ficaram os dois de olhos tesos, que quando o rapaz da piscina foi embora chamou o Ricardo para tomar banho e ele concordou, ela colocou um biquini, amarelo, que quando molha mostra os seios e a marca dos cabelinhos da xoxota, acima como delineia a boquinha da xoxota, que tomou bastante banho e vez por outra saia da piscina só pra ele ver, e ele não tirava o olho, depois foi tomar banho de sol, ficou com a bunda pra cima ele de lado quase babando, que ele estava super excitado, que pediu a ele pra passar protetor solar nas suas costas, ele foi passando e tremia, quando chegou na sua bunda, não quis passar, Maria disse passa ai Ricardo para não queimar minha bundinha, que ele tremia, e ela vez por outra rebolava só pra mexer com ele, que olhou de lado e ele tentava disfarçar a ereção que depois ele disse que iria no banheiro do deck e foi, demorou e ela foi devagarinho olhar, chegando pertinho disse que escutou ele batendo punheta e gozando, voltou rapidinho pra cadeira para ele não notar.
Nessa altura eu já tava quase gozando com sua conversa, quis come-la na mesma hora, então pegou no meu pau, alisou, colocou pra fora, começou a me punhetar, me dizendo amor você ta morrendo de tesão com isso, fastou a calcinha e medi na sua xoxota, eu disse to adorando, Maria disse só pensando no Ricardo me comento amor, que gostoso, ele tem o pau lindo, quero chupa-lo, sentar em cima, dar uma surra de buceta nele, você deixa, eu disse gozando, deixo amor, dar pra ele amor, vai, ela disse do amor do muito e gozamos.
Ficamos conversando, Maria disse que não tava mais aguentando, e tava com pena dele, pois estava de acabando na punheta, nem saia mais de casa, eu disse que tava liberada pra fazer o bem pra seu sobrinho Ricardo, então combinei de sairmos a noite pra um barzinho com ele, ela disse que iria falar com ele, nós saimos o quarto Maria só de robi e calcinha toda na bunda, descemos pra ela aprontar um lanche, ele já estava em baixo, no computador, estava no msn com sua ex-namorada, fomos pra cozinha, então eu disse vou lá ver a conversa, quando cheguei tentei ver o que ele esta escrevendo, no inicio ele tentou esconder, eu pedi pra ver, ele meio encabulado me mostrou o que estavam falando, então me mostrou estava escrevendo que não tava aguentando a saudade que estava morto de tesão, que queria fazer amor com ela de todo jeito, olhei pra ele e ri, ele foi se soltando e rindo, então dei a dica, fala pra ela que tá de pau duro, vai punhetar pensando nela, ele disse tio, eu disse mulher gosta disso, então ele escreveu e ela respondeu que tava louca pra dar pra ele, que não aguentava mais, eu disse tava vendo, então ele disse não quero alimentar esperança tio mais não to mais aguentando, eu disse deixa comigo, vou chamar tua tia pra ela ver, ele disse não tio tenho vergonha, eu disse não se preoculpa tua tia é muito safada, ele riu, ficou quieto, chamei Maria e mostramos, ela ficou rindo e disse deixe de serem safados, então eu disse deixa eu escrever, Maria disse não deixa que eu escrevo pois sou mulher, Maria começou a escrever que ela fastasse a calcinha e bolinasse seu clitoris, ela respondeu já estou, Maria disse to aqui pegando no meu pau, nos quietinhos, Maria escreve mete o dedinho na xoxota amor, ela respondeu ai, tá gostoso, quando olhamos um pro outro eu já tava de pau duro e ele também, Maria viu o volume nosso nos shorts, foi pegando no pau dele por cima do short ele olhou pra mim eu fiz gesto aprovando, fui tirando meu pau pra fora, Maria colocou a mão dentro do seu short, eu fui até a Maria por traz da cadeira e passei a pegar nos seus seios, Maria punhetando ele,  colocou o pau pra fora dele, e levantou-se tirou o robi e ficou só de calcinha, mandou ele sentar, ele sentou-se, Maria disse continua escrevendo pra ela diz pra ele que tá se masturbando, e ele disse, ela disse que estava com os dedos na xoxota, então eu meti o dedo na xoxota dela, e ela baixou-se e começou a mamar no pau do Ricardo, ele passou a pegar nos seus seios, fastei sua calcinha por traz pois ela tava de 4 e meti meu pau nela, então ele parou de escrever, Maria continuou punhetando ele, gozei rapidinho vendo isso tudo, Maria não se conteve e sentou no pau dele com a xoxota toda melecada, o Ricardo não aguentou e gozou também, Maria limpou seu pau e mandou ele ir no banheiro se lavar, eu disse vai junto e ela foi, quando cheguei no banheiro Maria tava de joelho lavando seu pau e punhetando, logo ele de pau duro novamente, Maria saiu do chuveiro mandou ele sentar e sentou-se no colo dele, começou a rebolar, dizendo que ele fizesse de conta que era ela, e assim subindo e descendo, dizendo veja como sou apertadinha meu amor, diga que sua tia é uma putona diga, ele disse, então gozei na minha mão, e eles gozaram também.

domingo, 19 de outubro de 2014

Irmao bateu punheta para mim





A maioria dos adolescentes quando são iniciados na punheta tem suas primeiras experiencias com alguém da familia como o irmão e primos e tios ,mais sempre quando uma uma familiarização mais proxima  a pratica da masturbação acontece com o irmão mais velho ensinando o irmão mais novo em assistir filme, em vê foto de mulheres peladas e etc


VEJA O CONTO
INICIADO NA PUNHETA PELO IRMÃO  CLIQUE AQUI

primo sempre é com ele a primeira vez

Quando eu estava morando em Canindé 
Eu passei a sentir vontade de conhecer outros meninos 
A gente vai crescendo os hormônios ficando forte
Ai um dia um primo meu da parte do meu pai ,estando eu sozinho em casa me chamou para assistir um DVD,
Eu aceitei e a gente ficou vendo eu fiquei exitado e e ele também, começou alisar o pau dele, e eu o meu
A gente tirou o pau para fora e começamos a bater punheta
Depois ele quiz bater punheta para mim e me pediu para bater para ele, eu aceitei 
Ai depois de uns dias
Ai eu ficava com meu primo 
comecei a ficar com ele,sempre todo dia a gente dava o jeito de se vê,
Aii o cara quase todo dia tava na minha casa atras de me comer
Mais ai sempre eu não queria não pq não tava afim 
O tempo foi passando e aquela novidade ,já não era mias novidade 
mais quando eu queria eu sempre dava uma trepada com ele 
Mais depois de um tempo ele foi criando um amor doente comigo
Eu estudava com ele e ele não queria que eu falasse com nenhum garoto e nenhuma garota
Poxa eu também gostava de menina de azarar elas, paquerar 
E Ele ficava puto quando eu tava conversando com alguém.
Durante a volta para casa ele reclamava como se fosse o dono meu so faltava me bater na frente dos outros.
Mas depois ele se acalmava ele não falava nada mais ficava me olhando com um olhar bravo
Mais teve um dia q ele chegou em casa 
ai eu ele me chamou pra me comer
ai eu cheguei pra ele e falei q não dava mais certo n
.ai ele saiu puto.depois de uns dias ele tentou me matar mais não conseguiu não.tentou me matar 3 vezes tentando passar a moto por cima de mim.
Depois me mudei para fortaleza e nunca mais tive noticia dele.
oh paixão doentia era essa dele .
Eu gostava muito dele mais ele fez isso ai nunca mais vi ele n.
um dia desse ele me add no face mais nem falou comigo não
ai eu exclui ele e assim vou vivendo minha vida

domingo, 12 de outubro de 2014

Gatinho que tira menos a mão

Gatinho Do Grupo Do Face

Gatinho do Grupo de Pacajus Ceará

Gatinho Bronzeado Amador

Maylon Souza -Beldade de Fortaleza Ceará

Pau gosando

Manoel Farancisco

Edivaldo Pereira

Negão cafuçu

Gatinho Bronzeado

Tinha que Rolar punheta mesmo

Meu nome é Maikom, tenho 15 anos, cabelos e olhos castanhos escuros, pele morena clara, tipo bronzeado da praia, corpo bonito do top de linha de estilo magro com corpo definido, como ja relatei no meu conto em que minha priminha a Amanda uma linda menina de 14anos , um verdadeira maravilha de tesuda, no conto anterior , na verdade , eu nao sou gay nao, nao sou bi e nem qualquer coisas desse tipow, para eu começar a falar do que aconteceu no conto to explicando tudo , mesmo assim , ainda vai ter , gente que vai me xingar e esculhachar .Mais é que na adolescença a gente começas com os hormonios fortes a flor da pele, a sensação de pau duro a toda hora, ao acordar , ao tomar banho quando se ver alguma menina na rua desfilando de shortinho, de calça ou quando sentamos no quarto ou de frente do pc e imaginamos uma bela gostosa nos chupando, e a gente metendo na xaninha dela, metendo no cuzinho dela, e ela gemendo, coisas, assim , somos nois adolescentes, sempre temos alguma coisa para se imaginar .
CONTO : Pois bem um dia de tarde, apos a aula ,depois do almoço, sem nada para fazer ou com intenção de fazer alguma coisa ,nao tem jeito um dia estavamos na casa do meu colega eu e mais 3 amigos todos nos tinha 14 anos como tinhamos combinado , ate que fomos ver filme porno ,ou para faze ro que né todos ja imaginam para bater punheta uma pensando nas gostosas do filme e chegando ligamos logo o DVD , ja o começando ja exibir o video passou 5 minutos e nao deu outra ,todos estavam exitados ,mais cada um na sua ,e no seu cantinhos , com carinhas de safados e desconfiados , todo mundo batendo debaixo do short, .
Entâo meu colega , o fernando , tirou a rola dura dele pra fora da kueca e era enorme ,Porém o mais corajoso e sapeka ;entao eu tirei tembém ,e dai todos tiraram e começamos a exibir o pau como um troféu e mostrando um para outro o tamanho que na faixa e média são de 14cm,15cm a 16cm para nossa idade … e continuamos a ver o filme com amigos ;
todos exitados e com os paus meladinhos e aquele cheiro forte na sala de gala , e esperma sem haver ainda nenhum gosado ,mais dava para sentir ja o cheiro devido a melação e como 1+1=2 ai rolou a ideia da gente comentar sem mais e sem menos , tipow conhecidencia em tocar no assunto que tinha meninas que tocavam uma para outro e por concidencia na hora em que estavamos comentando e tal filme tinha uma morena e uma loira que começaram bater punheta uma para outra e eu dizendo :
-olha ai elas , olhas as safadas, olha ai as gostosas, aiaiaiai que tesão né, olha
o resultado sempre eh punheta grupal , nao tem jeito ,e tomo a iniciativa ,
ei galera koe ? Nois aqui somos de confiança e o que rolar so ficar aqui mesmo né , vamos fazer como essas gostosas estao fazendo?
-Vamos bater um para outro vamos tocar ai ,vamos leks :Eu falei com vontade mesmo
e eu na iniciartiva ate que começei um bater pro outro amigo, e ele ssegurou firme meu pau e começou o vai e vem gostoso ,passando o dedão na cabeça do pau do outro ( essa eh a parte que mais deu tesao ,nessa hora os outros se aproximaram também ja exitados e com os paus duro e começaram tambem um tocar no pau do outro e cada um sentido a pulsação e pau duro na mão do outro bem quentinho e aquela sensação gostosa e muito gostosa nisso para quem ja fez e bateu com algum amigo ou primo
CONTINUANDO e o cara fica relano o dedão na sua cabeça do pau que ja ta toda melada do outro com poquim de porra e o amigo desliza o dedo na sua cabeça da rola indo e voltando , eh muito bom ) , ficamos ate uma hora bem leve por estava bem gostoso e no maior tesao mesmo até que todo mundo de pé abrimos nossos paus e encostamos as nossos sacos um no outro e gritamos um grito de guerra do nosso time etc , e para aproveitar o embalo do contato dos meus bagos com os dos outros , botamos nossas pistolas uma encima da outra formando um X e apertando …e falando
-. aaahii muito bom e depois ainda ficamos encostando nossa cabeças do pau nas outras aah !!!! que otimos …gosamos feitos loucos , foi muito exitante e meus amigos ficaram quase desfalecidos de tanto terem gosado e assim a gente foi cada uma para sua casa com moleza no corpo , depois de ter gosado muito.
Mas chegando em casa , eu liguei o PC e comecei assim me intereçar por assuntos de punhetas e batida com as meninas ,gosando feito louco e depois das punhetinhas batida com meus amigos, também aprendi a gostar de bater também virtual pela webcam, com meninos falando de meninas
meu msn nando12xx@hotmail.com
obrigado a todos que lerem meu conto
aconselho a ler o conto em que minha prima bateu umas para mim e meu amigo july ,foi o melhor dia da minha vida e ainda comemos ela,esta tudo relatado no meu primeiro conto.

Batendo para primo hetero

Esse conto é verídico. No último final de semana um primo, o Ronaldo, foi dormir na minha casa pois iria fazer um concurso público. Ronaldo é do tipo malandro, popular, sempre namorando, nunca a mesma. É moreno, barba por fazer, uns 2 anos mais velho que eu (tenho 19), corpo normal, e o mais importante, nunca tinha me chamado a atenção.
A única cama que tem na minha casa é a minha, de casal, então ele foi dormir comigo. Eu não assumi, ninguém sabe que eu sou gay, além dos caras com quem eu fiquei. Então ele deitou de bermuda e camiseta, e eu também. Coloquei uma coberta pra cada um na cama, já que eu me enrolo nas cobertas e ia acabar por deixar o coitado passando frio. Cada um virou pra um lado, e logo eu dormi.
No meio da noite eu acordo de lado, e o meu primo de barriga pra cima, e logo minha mente se encheu de putaria e pensei "preciso pegar nesse pau". Eu já havia feito aquilo com outros homens dormindo, e isso me deixa muuuuito excitado. Muito devagar eu fui colocando minha mão por debaixo de sua coberta. O som de sua respiração era o sinal de que ele ainda dormia. Então coloquei minha mão sobre sua bermuda e de cara achei o seu pau. Passei bastante a mão, e ele continuava dormindo. Então, abri o zíper, deixei o botão da bermuda fechado, passei por sua cueca e peguei no seu pinto mole e flácido. Mexi um pouco. Ele continuava dormindo. Fechei seu zíper, tirei minha mão e comecei a bater uma punheta pensando nele.
Eu não estava satisfeito. Então novamente coloquei minha mão sobre sua bermuda, e fiquei pegando no seu pau. Mas dessa vez uma surpresa: o pau dele começou ficou em meia bomba. Pela respiração ele parecia estar dormindo, então abri novamente seu zíper, abri o botão, e peguei no pau dele. E senti pela primeira vez a sensação gostosa de um pau endurecer na minha mão. Então batia pra ele e pra mim. O pau dele babava. E fiquei assim por uns 15 minutos, até que o pau dele começou a latejar, parecia que ia gozar. Então bati mais rápido, e ele gozou forte, porém ele não conseguiu se se segurar e gemeu. Gemeu não, urrou. Apertou os olhos. E continuava fingindo que dormia. Fechei seu ziper, bati até gozar, virei pro lado e dormi feliz.